Porque isso existe
(writting abt this topic is no easy feat, especially when I am so young and know so little and had no direct help
but what I lacked in age, and direct help I more than compensate with indirect help merely re organizing the lifes work of so many that spent their lives researching this and for them I am eternally grateful, I like to see them as my best friends)
Toda filosofia começa de algum lugar, e esta começou á partir de eu perceber que
Resolver os problemas tende a ser um desafio mesmo para aqueles com motivação através de traumas, não por falta de esforço, mas sim por coisas como
- Um cientista que busca a cura do cancer pois sua mae morreu de cancer mas mesmo trabalhando incansavelmente a barreira é a
- falta de investimento, apoio de outros especialistas, interesse político,
O grande ponto é
“se humanos se importam cm algo e apontam seus esforços pra aquilo aquele algo se resolve.”
isso funciona como
Mas para onde devemos apontar essa seta? Qual problema resolver primeiro? Essa discussão gera caos, guerras e nos separa.
- Como Resolver isso?
- Evolução é a solução
- E se o elemento X da evolução, o moral valuation, estiver corrompido?
Mas mesmo otimizando o processo da evolução, ele depende assim, como a Seta da vontade humana, de algo que falta muito hoje em dia
A vontade Humana
Você poderia dizer que o maior problema do mundo é o aquecimento global.
Aquecimento Global, fome e outras crises, são como colar o cabelo caindo de uma pessoa em tratamento pro Câncer, não devemos focar somente no cabelo, e sim na causa real.
E a verdadeira causa é não estarmos fazendo o suficiente, não estarmos dando o nosso melhor, pois não há vontade humana.
Esse é o
- Maior Problema do Mundo
Não adianta de nada ter estes problemas provados e saber a solução se essa mensagem não se espalhar
Espalhar uma mensagem como essa é complexo e por isso tenho desenvolvido:
Entendendo meu plano de como espalhar a mensagem, indo do topo ao fundo do funil, resta a própria jornada em sí, com é claro o primeiro passo para resolver problemas sendo
Conserte a sí mesmo antes de consertar problemas
Sem saúde você nem consegue nem pensar claramente
Você não precisa ter um corpo incrível ou uma dieta perfeita, mas você precisa pelo menos resolver os
No access
Treino é a "droga" de entrada para hábitos saudáveis
Aquele que treina e quer construir músculo vai buscar dormir melhor e comer melhor para poder construir mais músculo
Assim como uma boa saúde é a base para uma boa vida, o bom treino é a base para uma boa saúde
Por isso o jeito mais rápido de resolver os 4 pilares da saúde é começando por criar uma conexão real com treino
Após ter uma conexão real com o treino o resto vira naturalmente, mas é importante entender alguns pontos essenciais sobre os outros pilares da saúde
No access
No access
Desintoxicar-Desaprender
Largue tudo que faz mal a você, e no processo descubra as cosias que fazem mal a você, você quer largar, e não consegue= seus vícios
Comece a lidar com seus vícios
eu sei eu sei é cedo pra vencer vícios e isso não é um dos 4 pilares, mas agr que vc já descobriu eles na útlima etapa quanto antes começar a lidar com eles melhor
PEGAR COISAS DO POD ZÉ PAULIO
No momento que você já resolveu o básico da saúde está pronto para aprender
Aprender
agentic
ideia da conectar coisas nem tudo ser contradizer tp média das coisas
what if conseguir iamginar tem a ver cm bgl da porta
ideia da preferencia temporal
ideia do iphone nunca diga nao sei conecte3 tudo quarto
Revolução da Produtividade: Como Resolver Problemas Fora de Ordem Transformou Meu Dia!
a primeira coisa para aprender é aprender a aprender
Após saber aprender, você precisa de 2 aprendizados base para poder aprender todo o resto
Tendo estes 2 você está pronto para conhecer a sí mesmo
Conheça a sí mesmo
série de vids narrativa da cnv
Entenda o Seu Passado
Crucial para construir uma narrativa de sua vida, sua própria jornada do herói
Sua narrativa deve ter
Coerência
Além disso entender o seu passado é essencial para entender quem você é e poder decidir melhor o seu futuro
Ao olhar para o seu passado você deve ter muito cuidado com que lente olha para ele, é tudo sobre isso e por isso
- O mundo é tão ruim e díficil que voce precisa de alguém sempre ali com você
- esse algm so pd ser vc so vc
- pd levantar vc msm da cama
- mesmo sua mãe lhe amando
- O que signfica casar consigo mesmo
- na saúde e na doença até a morte
- cuidar de sí mesmo como se você dependesse de você
- estando ali sempre por você mesmod desenvolver carinho por sí mesmo
- FALAR DE TODFOS VÍDEOS RELACIONADOS BREVEMENTE SOBRE CADA UM
- O homem certo no lugar errado pode fazer toda diferença
Entenda o Seu presente
Decida o Seu futuro
Do what u must even badly
Essa fase pode parecer inútil, é só começar
Mas é muito comum pessoas saberem o que querem por anos e se arrependerem de nunca terem começado
dar o primeiro passo é um momento importante
O maior problema nessa fase tende a ser não fazer ela, e as razões mais comuns são
Tentar controlar tudo
Melhor que da última vez
Fase da Montanha
Extrair o Elixir
Purificar o Elixir
Distribuir o Elixir
Sistema escalável
hamza
Productize with your audience growth
system to fix problems- exemplo-livro dale carnegie
Firma seu sistema
Delegar-Contratar
Escalar-Expandir
fase q o Hamza ta
Fatherhood chapter
less hours neeeded and only used in most leverage tasks, systems automate everything
Long Build chapter (when work happens)
Patriarca “power Influence Political? Chapter”
Leaving ur mark humanity
Clã sendo uma família com vários núcleos intimamente conectados por valores e tradições de sua família
Líder partido, posição de influência no governo ou em empresa influente, membro de organização influente
very succesful people that are known to have been directly influenced by you (plato→aristotle,Bolsonaro→Nikolas Ferreira,
Pra fazer parte da lança tu tem q inventar algo novo
Capítulo IV: Produtividade
1. Como nós aprendemos
Tipos de Aprendizado
Agora que você tem a disciplina para deixar de fazer as coisas que você tem vontade e fazer as coisas que você não tem vontade por algo que você realmente quer, está na hora de se armar com habilidades que facilitarão a sua jornada. Aprender é um movimento de seu corpo para chutar e fazer um gol, uma palavra em uma nova língua ou como se comportar como uma pessoa, mas como isso funciona?
Memória
Aprendizado que persistiu ao longo do tempo – Informações que foram armazenadas e podem ser recuperadas.
Recordar
Tipo de memória onde você traz de volta informação que você já aprendeu. por exemplo: O céu e da cor _____. Seu cérebro provavelmente se recordou da resposta.
Reconhecimento
Tipo de memória onde você deve apenas identificar algo que você já aprendeu. Por exemplo:
Qual dessas cidades não fica no Brasil
a) Fortaleza
b) Brasília
c) Rio de Janeiro
d) Nova Iorque
É muito mais fácil identificar do que se recordar, se houvessem opções nas cores do céu quem não se lembrasse bem veria a opção azul e isso a lembraria das pessoas dizendo que o céu é azul, algumas memórias podem ser acessadas mais facilmente, outras não, mas porquê?Parte essa
Nos anos 60 os psicólogos Richard Atkinson e Richard Shiffrin diviram o processo de aprendizado em 3 estágios.
Primeiro, a codificação no cérebro, depois o armazenamento e a recordação. Primeiro, armazenamos memórias imediatas que podemos nos recordar por poucos segundos, como as palavras que você está lendo. Pense no nome do imperador romano que foi citado diversas vezes no capítulo sobre disciplina, você lembra do nome dele? Se sim, você conseguiu colocar ele para sua memória de curto prazo o que provavelmente aconteceu devido a você ter lido o nome dele várias vezes. É assim que podemos rapidamente decorar o número de telefone de alguém o repetindo em nossa mente, mas não lembraremos o número para sempre, esse é o tipo de memória que a maioria das pessoas usa para estudar em provas, a famosa "decoreba", que tem o seu valor.
Suas memórias de curto prazo podem se transformar em
Memórias explícitas
Fatos e experiências que você pode declarar que sabe. Por exemplo, você responder qual é a cor do céu. Este é um processo de se recordar de uma memória explícita.
Memória implícita
Memória armazenada que você não precisa conscientemente se recordar. Por exemplo, você fica suado e nervoso quando vai no dentista porque você sentiu muita dor a última vez que foi. Você não precisa se recordar conscientemente da sua última visita ao dentista para sentir os efeitos dessa memória. As memórias implícitas são muitas importantes para nossa sobrevivência, e nos ajudam a aprender a como por exemplo, não colocar nossa mão no fogo, se sentir mal perto de alguém, mas sem ter certeza porque, pois essa pessoa o machucou no passado.
Existem diversos truques testados por estes cientistas para ajudar na memorização. A mnemônica como "OMS" o ajudar a se lembrar do nome em sí da organização (organização mundial da saúde). A mnemônica trabalha o ajudando a se recordar de nomes aproveitando da nossa capacidade de identificação, identificar uma letra ajuda muito a se recordar da palavra. Eu já utilizei técnicas como essa para decorar uma pagina inteira de texto me lembrando antes da primeira letra de cada palavra o que ajudava a entender qual palavra com a letra poderia vir depois.
Estratégias como essa podem ajudar a decorar algo mais rápido, mas o que chamamos de verdadeiramente entender algum assunto requer um processamento de memória onde você conecte seu novo aprendizado a outros fatos e experiências criando uma linha de pensamento. Nesse caso você poderia se lembrar de qual é o nome daquela organização pois conectou eventos relacionados a ela.
No final o que define quanta informação você vai aprender depende do tempo que você dedicou e o quão intenso foi a experiência, as vezes nos lembramos muito de coisas que aconteceram por 1 segundo, pois foram muito intensas e influenciaram outras memórias dentro de nós, se conectando a elas. Ser capaz de estudar de maneira intensa, por muito tempo, sem distrações, é a diferença entre a vitória ou a derrota.
Neurônios que disparam juntos se Conectam
III. The Biology of Learning A. Neurons that Fire Together Wire Together
The chapter discusses how neurons form connections during learning. B. Neuroplasticity and the Role of Dopamine C. Consolidation and the Transfer to Long-Term Memory
Organização
Captura de Ideias
Classificação de Ideias
Planejamento
Defining Goals and Identifying Resources
Creating a Timeline and Risk Assessment:
Monitoring and Adjusting the Plan And Review and Evaluation:
3. Ambiente de aprendizado
É essencial que você crie o ambiente mais eficiente para você aprender. Nosso foco tende a ser maior pela manhã, então, se possível, acorde cedo e estude antes de se envolver com as preocupações do seu dia e especialmente, estude antes de checar o seu celular, manter a sua mente focada no que você quer aprender é essencial. Se isso não for possível, tente encaixar um bloco de estudo em algum outro horário de seu dia, e diminua ao máximo qualquer distração, vinda de coisas externas, como seu celular, e de você mesmo, de a sí mesmo esse tempo de estudo como um momento que você não precisa se preocupar com outra coisa, separe um tempo específicio para se preocupar com outras coisas, assim enquanto você estudar, se alguma preocupação surgir, você saberá que essa não é a hora de pensar nisso.
Postura enquanto estuda
( fazer vídeo falando sobre bem editado com exemplos de espaços de estudo de gente foda)
Falar de tudo envolvendo ambiente de aprendizado https://youtu.be/kB6wJkWO2SY
Capítulo V: Socialização
1. Porque Socializar
Socializar não é uma escolha
Para muitos essa pode parecer uma pergunta estúpida, como se fosse óbvio nos termos de socializar, mas eu acho ela uma pergunta muito justa. Socializar é díficil, desgastante, estressante, e frequentemente mais atrapalha do que ajuda. Mas isso normalmente acontece quando o foco fica nas pessoas erradas, a verdade é que socializar é inevitável, mas por quê?
Humanos são animais grupais por natureza, e muito da nossa força se baseia no fato de que milhares de humanos podem colaborar com um objetivo comum. Na pré-história, era comum que todos os integrantes de um grupo fizessem tudo, todos caçavam, todos coletavam e faziam as mesmas atividades. Foi só quando algumas pessoas se mostraram excelentes caçadoras e outras excelentes escultoras que o jogo mudou.
Se você quiser crescer sozinho, vai ter de fazer tudo, mesmo as coisas que você não é bom. Se você tiver pessoas de confiança, pode focar em fazer o que você faz de melhor. Especialização e colaboração são tudo.
Early humans who banded together in groups were more successful than solitary individuals.
Colaboração Permite Especialização
As hunter-gatherer tribes grew in size, they developed division of labor, trade, and new technologies.
JP sanidade pelo grupo
1. In expressing ourselves, we observe how people respond a. Positive responses tell us what we're doing right b. Negative responses indicate what we could improve 2. This feedback helps shape our sense of identity and place in the group
Socialização é Comunicação
A. To socialize means to interact and engage with others 1. All interaction involves some form of communication a. Whether verbal language, body language, facial expressions, etc. 2. Without communication there can be no social bonds or relationships
II. All human actions communicate some message
A. Even when we say nothing, our very presence communicates something 1. Are body language, facial expressions, and mannerisms sending a message 2. Others interpret these non-verbal cues whether we intend it or not B. Choosing not to communicate still communicates avoidance or disinterest 1. Withdrawing can damage relationships and social standing 2. Opting out still conveys something about our priorities
Ideia de q vc se comunica qrendo ou n ent melhor oi fzr bem
2. Algo d escassez
1. O que a Maioria Faz
O título deste capítulo pode parecer óbvio, quem em sã consciência chutaria uma colméia com o intuito de colher mel? Quem pisaria em um broto de árvore esperando colher seus frutos? Nós, nós o fazemos diariamente quando criticamos e condenamos. 99 em 100 vezes as pessoas não se condenam, elas se consideram mal-compreendidas e pensam “não vejo como poderia ter feito diferente”,pois, muitas vezes, as pessoas são realmente mal compreendidas, a crítica é inútil pois coloca a pessoa na defensiva, fazendo com que foque em tentar se justificar, ela fere a pessoa e gera mágoas que perduram a vida toda, isso se a pessoa não sentir a necessidade de criticar de volta para se sentir retribuída. Quando tratarmos com pessoas, devemos nos lembrar que não estamos lidando com seres lógicos, e sim, sentimentais com histórias, ego e justificativas que não conhecemos para eles terem agido como agiram, não só por serem pessoas com personalidades muito específicas, mas também por não conhecermos as experiências de vida que levaram a pessoa aquilo. Criticar sem entender gera grande ressentimento, sempre assuma que a pessoa que você está ouvindo sabe algo que você não sabe. Nós nos esquecemos de muita coisa, mas nunca nos esquecemos de como as pessoas fizeram nos sentirmos, pense nas vezes que você foi criticado, criticado por alguém que não se interessou em entender o porquê de seu erro, lembre de como você se sentiu, é esse sentimento que estamos tentando evitar.
O ponto interessante do caso, será esta atitude incomum entre as pessoas? Leia o seguinte: “Eu passei os melhores anos da minha vida dando às pessoas os melhores prazeres, ajudando-as a se divertir, e tudo o que consegui com isso foi abuso como se fosse um homem caçado”. Foi Al Capone quem disse isso. Capone não se condenava. Se sentia um benfeitor público, um benfeitor público mal apreciado e mal compreendido, somente criminosos se sentem assim? Não, todos somos heróis em nossa própria história.
Qual foi o segredo do sucesso de Lincoln com as pessoas? Estudei a vida de Abraham Lincoln por 10 anos, dediquei 3 anos inteiros escrevendo e reescrevendo um livro intitulado: Lincoln, o desconhecido. Creio ter feito o mais detalhado e exaustivo estudo sobre a personalidade de Lincoln e sua vida no lar que alguém já fez. Fiz um estudo especial do método de Lincoln para lidar com as pessoas. Ele criticava? Oh, sim. Quando ainda jovem, não só criticou mas escreveu cartas e poemas ridicularizando pessoas. Uma delas provocou ressentimentos que duraram toda a vida. Mesmo depois de estar advogando em Springfield, Illinois, ele atacava seus adversários abertamente em cartas nos jornais, mas ele fez isso mais do que devia.
No outono de 1842, ridicularizou um político irlandês chamado James Shields. Lincoln o satirizou numa carta anônima publicada no Springfield Journal. A cidade riu às gargalhadas. Shields, sensível e orgulhoso, foi presa fácil da indignação. Descobriu o autor da carta, montou no seu cavalo, procurou Lincoln e o desafiou para um duelo. Lincoln não queria lutar. Era contra os duelos, mas não pôde recusar, pois se tratava de sua honra. Confiando em seus braços longos, escolheu as espadas da cavalaria;e teve aulas com um graduado de West Point. No dia designado, ele e Shields se encontraram num trecho de areia do rio Mississipi, dispostos a lutar até a morte, mas no último minuto, espectadores interromperam. Este foi o mais triste incidente pessoal da vida de Lincoln. Foi, porém, para ele, uma valiosa lição na arte de lidar com as pessoas. Nunca mais escreveu uma carta ofensiva. Nunca mais ridicularizou ninguém. E, daquele momento em diante ele quase não criticou qualquer pessoa por coisa alguma.
A crítica fez com que o sensível Thomas Hardy, um dos mais finos romancistas que já apareceram na literatura inglesa, abandonasse para sempre sua paixão. A crítica levou Thomas Chatterton, o poeta britânico, ao suicídio. Benjamin Franklin, um tanto descontrolado na sua juventude, tornou-se tão diplomático, tão hábil em lidar com as pessoas, que foi nomeado embaixador americano na França. O segredo do seu sucesso? “Não falarei mal de ninguém”, disse ele, “... e falarei só das coisas boas que eu conheço das pessoas.” Qualquer tolo pode criticar, condenar e queixar-se, e a maioria dos tolos faz justamente isso. Mas é preciso ter caráter e autocontrole para ser compreensivo. “Um grande homem demonstra sua grandeza”, disse Carlyle, “pelo modo como trata os pequenos.” Se você e eu queremos criar um ressentimento amanhã que irá perdurar até a morte é só fazermos uma crítica dolorosa, não importa o quanto nós pensamos que ela seja justificada.
Geralmente os pais são tentados a criticar os seus filhos. Você esperava que eu dissesse: “não faça isso”, mas não o farei, eu direi simplesmente: ‘antes de criticá-los, leiam um dos clássicos do jornalismo americano, Father Forgets (O pai perdoa).”O pai perdoa” é um daqueles artigos que foram criados em um momento de profunda sinceridade e clareza mental, toca os sentimentos dos leitores que vêem suas vidas no texto que continua a repercutir dentro deles, a ponto de se tornar uma leitura inesquecível, eu sou um desses leitores.
2. O que devemos Fazer
Só há 1 forma para conseguir que alguém faça algo. Esta forma é fazer com que a pessoa queira fazer isso. Você pode ameaçar as pessoas para que façam algo, obrigá-las ou enganá-las, porém todos estes métodos têm consequências horríveis na mente da pessoa, na sua e em sua relação. O único jeito de fazer alguém querer fazer algo é dando a pessoa o que ela quer, mas o que será que todos queremos? Quase todas as pessoas desejam:
1. Saúde
2. Sono e descanso
3. Dinheiro e as coisas que o dinheiro pode proporcionar.
4. Ter seus sonhos para sua vida no futuro
6. Satisfação amorosa
7. O bem-estar das pessoas que importam para elas
8. Se sentir importante
A maior parte das pessoas tem quase todas essas coisas, menos uma delas, a sensação de que se é importante. “Se alguém quer algo, pode ser somente por 2 motivos: a necessidade sexual e o desejo de ser grande” - Freud, assim como Freud, John Dewey afirmou que é de nossa natureza querer se sentir importante, William James disse: “O mais profundo princípio da natureza humana é a ânsia de ser apreciado”. Nosso desejo de se sentir importante está intimamente entrelaçado com nossas ambições, desejos, sentido e propósito na vida. Se você me disser o que o faz se sentir importante eu lhe direi quem você é. Isto determina o seu caráter. É a coisa mais significativa sobre você. John D. Rockefeller satisfazia seu desejo de se sentir importante dando dinheiro para construir um hospital moderno na China, para cuidar de milhões de pessoas pobres, as quais nunca viu nem verá. Dillinger, por outro lado, satisfazia o desejo de ser importante sendo um criminoso temido.
Existem mais pacientes sofrendo das doenças mentais nos hospitais dos Estados Unidos que de todas as outras doenças juntas. Qual a causa da insanidade? Ninguém sabe exatamente a causa, sabemos que certas doenças e acidentes podem prejudicar a sanidade de alguém, como a sífilis que ataca as células do cérebro, danificando-as e causando a insanidade, porém, 50% dos pacientes que sofrem de doenças mentais nos EUA têm cérebros perfeitamente saudáveis, iguais ao seu e o meu. Por que estas pessoas ficaram insanas? O médico-chefe de um dos nossos mais importantes hospitais psiquiátricos, que recebera as mais altas honrarias e os mais ambicionados títulos pelo valor dos seus conhecimentos no campo da psiquiatria, confessou-me, com toda a franqueza, que ele não sabia fisicamente porque estas pessoas se tornavam insanas. Mas disse que muitas pessoas ficam assim porque encontram na insanidade, um sentimento de importância que sempre desejavam e que não encontraram no mundo físico. Se tantas pessoas chegam a este ponto por não se sentirem importantes, apreciadas, imagine o bem que podemos fazer dando um pouco de apreciação às pessoas.
Um dos primeiros homens nos Estados Unidos a receber um salário superior a 1 milhão de dólares anualmente (numa época em que não havia imposto de renda e que alguém que recebesse 50 dólares semanais estava muito bem) foi Charles Schwab. Andrew Carnegie o escolheu para ser o primeiro presidente da United States Steel Company, em 1921, quando Schwab tinha apenas 38 anos . (Posteriormente Schwab deixou a US Steel e foi dirigir a Bethlehem Steel Company, então em má situação, e fez dela uma das empresas mais bem sucedidas dos Estados Unidos.) Por que Andrew Carnegie pagava a Schwab mais de 3 mil dólares por dia? Por quê? Por que Schwab era um gênio? Não. Por que ele conhecia mais sobre a manufatura do aço que outras pessoas? Tolice. Charles Schwab disse que tinha muitos homens trabalhando para ele que conheciam mais sobre a manufatura do aço que ele. Schwab disse que a razão de receber um salário tão elevado era a sua habilidade em lidar com as pessoas. Foi perguntado como conseguia, eis o segredo, exposto por suas próprias palavras, palavras que deveriam ser gravadas eternamente e postas em cada lar e escola, em todas as lojas e em todos os escritórios da terra, palavras que as crianças deviam entender ao invés de decorar a conjugação dos verbos em latim ou a quantidade da chuva anual no Brasil, palavras que transformarão a sua e a minha vida por completo, caso nós resolvamos a segui-las: “Considero a minha capacidade de despertar o entusiasmo entre as pessoas”, disse Schwab, ‘a maior força que tenho, e a melhor forma de desenvolver o melhor que há em alguma pessoa é a apreciação e o encorajamento”, então fico ansioso por elogiar, mas tenho aversão por criticar, se gosto de algo sou sincero na minha aprovação e generoso em meus elogios. Isso é o que Schwab faz, mas o que a maioria faz? Exatamente o oposto, se eles não gostam de algo dão uma bronca nas pessoas, se gostam, não dizem nada. Alimentamos os corpos de nossos filhos, amigos e empregados com bifes e batatas, acharíamos um absurdo alguém deixar seu filho 1 dia se quer sem alimento, porém deixamos as pessoas que gostamos, dias, semanas e até meses sem apreciação sincera pelas coisas que elas fazem por nós.
Paul Harvey, num de seus programas de rádio, “O resto da história”, mostrou como uma apreciação sincera consegue mudar a vida de uma pessoa. Contou que, anos atrás, uma professora de Detroit pediu a Stevie Morris para ajudá-la a encontrar um rato que estava solto na sala de aula. Entenda: ela apreciava o fato de que Stevie tinha algo que ninguém mais tinha naquela sala. Stevie tinha um par de ouvidos excepcionais para compensar o fato de que era cego. De fato, aquela foi a primeira vez que alguém reconhecia seus ouvidos talentosos. Hoje, décadas depois, ele afirma que aquele ato de reconhecimento foi o início de uma nova vida. A partir daquele momento, ele desenvolveu seu dom auditivo e prosseguiu para se tornar, sob o nome artístico de Stevie Wonder, um dos maiores cantores e escritores de música pop.
É importante assegurar que falamos aqui de apreciação sincera, nunca de bajulação, qual a diferença? É simples. Um é sincero e o outro não. Um vem do coração; e o outro da boca para fora. Um é altruísta; o outro é egoísta. Um é admirado por todos; o outro é condenado por todos. Da próxima vez que você gostar do filet mignon que comer no restaurante do clube, peça ao garçom para dizer ao cozinheiro que ele estava excelente, e quando um vendedor cansado se mostrar de uma gentileza incomum, não esqueça de mencioná-la. Experimente deixar um rasto amistoso de pequenas centelhas de gratidão à sua passagem. Você se surpreenderá em ver como elas acendem chamas de amizade que alumiarão sua trajetória numa próxima visita. Às vezes deixamos de fazer um elogio a um filho quando nos apresentam suas boas notas, e deixamos de incentivar nossas crianças quando fazem algo pela primeira vez ou pedem nossa atenção. Nada alegra mais uma criança que este tipo de elogio e de interesse por parte dos pais, tudo que as crianças querem é isso, que nós demos amor a elas, isto é o que todos querem, pense em momentos felizes da sua infância. Pense também nisso, este é um dogma que levo para minha vida ”Passarei por esta vida só uma vez; por isso, se existe qualquer bem ou qualquer gesto de bondade que eu possa fazer em benefício do ser humano, que eu faça já. Que eu não o adie ou negligencie, pois por aqui jamais passarei de novo”. Façamos um elogio honesto e sincero e Sejamos ‘sinceros em nossa aprovação e generosos em nossos elogios” e as pessoas lembrarão nossas palavras, guardando-as e repetindo-as durante toda a vida, repetindo-as anos depois, quando você já as tiver esquecido”. “podem me tirar tudo que eu tenho, menos as coisas boas que eu fiz pelas pessoas”
PRINCÍPIO 2 Demonstre apreciação honesta e sincera.
Como Começar na Comunicação
Comunicação é sobre entender a outra pessoa
em tempos da guerra respondeu que podia atribuir a sua permanência no poder apenas a uma coisa, ele ter aprendido que “era necessário preparar o anzol com aquilo que o peixe quer”, mas o que isto significa? Quando pescamos não colocamos chocolate no anzol, colocamos minhocas, elas podem ser nojentas para nós, mas não estamos pensando em nós, não estamos nos colocando no lugar do peixe, estamos pensando no peixe. Você está interessado no que quer. Está eternamente interessado nisso. Mas apenas você. Ninguém mais. O resto das pessoas não é diferente. Estamos todos interessados no que nós queremos , temos de pensar no que os outros querem, conhecer eles, falarmos sobre o que eles querem, termos empatia. Se, por exemplo, você não quiser que o seu filho fume, não brigue com ele, e não fale sobre o seu desejo, mostre a ele que os cigarros vão afastá-los daquele time de futebol que ele tanto quer, ou dos 100 metros, o que importa é que seja algo que ele queira, não o que você quer pra ele.
A analogia de Sun Tzu também se aplica a vida cotidiana, conhecendo a si mesmo e o outro é possível agir da maneira correta, porém isto só é possível se você utilizar seu conhecimento dos outros quando você quiser que alguém faça alguma coisa, antes começar o assunto pergunte a si mesmo: “Como posso fazer com que ela queira fazer isso?” Uma pergunta assim evitará arrependimento com as coisas que falamos para os outros. Aqui está um dos melhores conselhos já dados sobre lidar com pessoas: ‘se há algum segredo de sucesso”, disse Henry Ford, “está na capacidade de entender o ponto de vista da outra pessoa e ver as coisas tão bem pelo ponto de vista dele como você vê pelo seu ponto de vista”, isto é, verdadeiramente conhecer alguém. Com isso é possível prever quais decisões a pessoa tomaria em dada circunstância, se ela concordaria com você e como você deve tratá-la, você terá uma nova fonte de conhecimento e suporte em decisões, mesmo com a pessoa ausente, você será capaz de pensar, “o que ela faria se estivesse em meu lugar?”. Não é fácil conhecer alguém a este ponto, porém é algo valioso que deve ser implementado. Se depois de ler este livro você começar a tentar sempre pensar do ponto de vista das outras pessoas, isto facilmente resultará em uma melhor qualidade de vida, maior paz em relações com os outros e oportunidades antes inimagináveis.
Como posso harmonizar o que ele quer com o que eu quero?. “Uma vez aluguei o grande salão de bailes de um hotel em Nova York 20 noites em cada estação para realizar uma série de palestras. No começo de uma estação, fui subitamente informado de que teria de pagar 3 vezes mais que o preço anterior. Tal notícia chegou depois de já ter imprimido todos os ingressos e feito todos os anúncios. Naturalmente, eu não queria pagar o aumento, mas, de que adianta falar com o hotel sobre o que eu queria? Eles estavam interessados apenas no que eles queriam. Alguns dias depois fui ver o gerente. “Fiquei um tanto chocado ao receber sua carta”, eu disse , “mas, não estou te culpando por nada . Se eu estivesse no seu lugar, provavelmente teria enviado uma carta idêntica”. Seu dever como gerente do hotel é conseguir todos os lucros possíveis. Se você não fizesse isso, você poderia ser despedido. ‘Agora, vamos pegar uma folha de papel e escrever as vantagens e as desvantagens que eu lhe ofereço, se insistir em aumentar o aluguel”. Então peguei uma folha de papel e fiz uma linha no centro, separando o papel entre 2 partes, uma coluna “Vantagens” e a outra “Desvantagens”. Escrevi em “Vantagens” as seguintes palavras: ‘salão de baile livre”. Então acrescentei: “ Você tem a vantagem de ter o salão de bailes livre para alugar para danças e convenções. Essa é uma grande vantagem porque assim você pode cobrar mais do que você cobra por uma série de palestras. Se eu alugo o seu salão de bailes durante vinte noites no curso da estação, certamente você perderá negócios muito rentáveis”. Agora, vamos considerar as “desvantagens”. Primeiro, em vez de aumentar a sua renda comigo,você irá diminuí-la, de fato, ela irá acabar , pois eu não posso pagar o aluguel que está me pedindo. Serei obrigado a realizar as minhas palestras em outro lugar. “Há ainda outra desvantagem para você. Essas palestras atraem multidões de gente educada e culta ao seu hotel. É uma boa propaganda para você , não é? De fato, se você gastasse 5 mil dólares em anúncios nos jornais jamais conseguiria trazer tanta gente para ver seu hotel, como trarão minhas palestras. Isso vale muito ao hotel, não é ?” Enquanto falava, escrevi as 2 desvantagens e dei o papel ao gerente, dizendo: “Gostaria que você considerasse as vantagens e as desvantagens para você e depois me informe sua decisão final”. No dia seguinte, recebi uma carta, comunicando que o aluguel seria aumentado apenas em 50% e em vez de 300% . Pense bem. Consegui esse desconto sem dizer uma palavra sobre o que eu queria. Falei todo o tempo sobre o que a outra pessoa queria e como poderia consegui-lo. Suponhamos que eu tivesse feito o que é natural e humano: que tivesse entrado furioso no gabinete do gerente e tivesse dito: “Como você ousa aumentar meu aluguel em 300% quando você sabe muito bem que os ingressos estão prontos e os anúncios já foram feitos? 300%! Isso é ridículo! Absurdo! Não vou pagar isso!” O que teria acontecido então? Uma discussão teria começado o que teria aumentando a raiva e a tensão, começaria uma discussão, e você sabe como acabam as discussões. Mesmo que eu tivesse convencido de que ele estava errado, o seu orgulho não permitiria que ele voltasse atrás.
Não compreendem que nem você nem eu queremos comprar coisa alguma. Se quiséssemos, compraríamos. Mas estamos eternamente interessados nos nossos problemas. E, se um vendedor é capaz de mostrar-nos como seus serviços ou suas mercadorias podem ajudar-nos a resolver nossos problemas, não precisa nos vender coisa alguma. Nós compraremos. E todo freguês gosta de sentir que está comprando nunca que lhe estão vendendo. Gostamos de pensar que a decisão foi nossa, nunca que outra pessoa nos convenceu.
Owen D. Young disse: “Aquele que pode colocar-se no lugar de outros, que pode compreender como as suas mentes funcionam, não precisam ter medo do futuro.” Leia novamente esta frase, pois é digna de um gênio, se entendermos como as pessoas pensam, não precisamos temer o futuro, pois sob qualquer situação, podemos prever a reação da pessoa a ela, mesmo quando o outro não estiver conosco, podemos consultá-lo e entender o que ele faria em dada situação, ao atingir este estado, esta pessoa continua viva dentro de nós. Se depois de ler este livro você começar a tentar ver as coisas do ponto de vista das outras pessoas, se obtiver só isso, isto se provará um dos marcos de sua vida.
Os Pilares para entender a outra pessoa
- observação;
- sentimento;
- necessidades;
- pedido.
o que estamos vendo os outros dizerem ou fazerem que é enriquecedor ou não para nossa vida? O truque é ser capaz de articular essa observação sem fazer nenhum julgamento ou avaliação — mas simplesmente dizer o que nos agrada ou não naquilo que as pessoas estão fazendo. Em seguida, identificamos como nos sentimos ao observar aquela ação: magoados, assustados, alegres, divertidos, irritados etc. Em terceiro lugar, reconhecemos quais de nossas necessidades estão ligadas aos sentimentos que identificamos aí. Temos consciência desses três componentes quando usamos a CNV para expressar clara e honestamente como estamos.
por exemplo: “Roberto, quando eu vejo duas bolas de meias sujas debaixo da mesinha e mais três perto da TV, fico irritada, porque preciso de mais ordem no espaço que usamos em comum”. Ela imediatamente continuaria com o quarto componente — um pedido bem específico: “Você poderia colocar suas meias no seu quarto ou na lavadora?” Esse componente enfoca o que estamos querendo da outra pessoa para enriquecer nossa vida ou torná-la mais maravilhosa. Assim, parte da CNV consiste em expressar as quatro informações muito claramente, seja de forma verbal, seja por outros meios. O outro aspecto dessa forma de comunicação consiste em receber aquelas mesmas quatro informações dos outros. Nós nos ligamos a eles primeiramente percebendo o que estão observando e sentindo e do que estão precisando; e depois descobrindo o que poderia enriquecer suas vidas ao receberem a quarta informação, o pedido. À medida que mantivermos nossa atenção concentrada nessas áreas e ajudarmos os outros a fazerem o mesmo, estabeleceremos um fluxo de comunicação dos dois lados, até a compaixão se manifestar naturalmente: o que estou observando, sentindo e do que estou necessitando; o que estou pedindo para enriquecer minha vida; o que você está observando, sentindo e do que está necessitando; o que você está pedindo para enriquecer sua vida...
Ela não tem nada de novo: tudo que foi integrado à comunicação eficiente já era conhecido havia séculos. O objetivo é nos lembrar do que já sabemos. Nossas palavras, em vez de serem reações repetitivas e automáticas, tornam-se respostas conscientes, firmemente baseadas na consciência do que estamos percebendo, sentindo e desejando. Somos levados a nos expressar com honestidade e clareza. Em toda troca, acabamos escutando nossas necessidades mais profundas e as dos outros. A comunicação eficiente nos ensina a observarmos cuidadosamente (e sermos capazes de identificar) os comportamentos e as condições que estão nos afetando. Aprendemos a identificar e a articular claramente o que de fato desejamos em determinada situação. A forma é simples, mas profundamente transformadora.
O que a CNV Fará por Você
À medida que a CNV substitui nossos velhos padrões diante de julgamentos e críticas, vamos percebendo a nós e aos outros, assim como nossas intenções e relacionamentos, por um enfoque novo. A resistência, a postura defensiva e as reações violentas são minimizadas. Quando nos concentramos em tornar mais claro o que o outro está observando, sentindo e necessitando em vez de diagnosticar e julgar, descobrimos a profundidade de nossa própria compaixão. Pela ênfase em escutar profundamente — a nós e aos outros —, a CNV promove o respeito, a atenção e a empatia e gera o mútuo desejo de nos entregarmos de coração.
Num nível mais profundo, a comunicação eficiente é um lembrete permanente para mantermos nossa atenção concentrada onde é mais provável de acharmos o que procuramos.
Para usarmos a comunicação eficiente, as pessoas com quem estamos nos comunicando não precisam conhecê-la, ou mesmo estar motivadas a se comunicar
eficientemente conosco. Se nos ativermos aos princípios da comunicação eficiente, e fizermos tudo que pudermos para que os outros saibam que esse é nosso único interesse, eles se unirão a nós no processo, e acabaremos conseguindo nos relacionar com compaixão uns com os outros. Não estou dizendo que isso sempre aconteça rapidamente. Afirmo, entretanto, que a compaixão inevitavelmente floresce quando nos mantemos fiéis aos princípios e ao processo da CNV.
- observação;
- sentimento;
- necessidades;
- pedido.
o que estamos vendo os outros dizerem ou fazerem?
O truque é ser capaz de articular essa observação sem fazer nenhum julgamento ou avaliação — mas simplesmente dizer o que nos agrada ou não naquilo que as pessoas estão fazendo.
Em seguida, identificamos como nos sentimos ao observar aquela ação: magoados, assustados, alegres, divertidos, irritados etc.
Em terceiro lugar, reconhecemos quais de nossas necessidades estão ligadas aos sentimentos que identificamos aí.
por exemplo: “Roberto, quando eu vejo duas bolas de meias sujas debaixo da mesinha e mais três perto da TV, fico irritada, porque preciso de mais ordem no espaço que usamos em comum”. Ela imediatamente continuaria com o quarto componente — um pedido bem específico: “Você poderia colocar suas meias no seu quarto ou na lavadora?” Esse componente enfoca o que estamos querendo da outra pessoa para enriquecer nossa vida ou torná-la mais maravilhosa. Assim, parte da CNV consiste em expressar as quatro informações muito claramente, seja de forma verbal, seja por outros meios. O outro aspecto dessa forma de comunicação consiste em receber aquelas mesmas quatro informações dos outros. Nós nos ligamos a eles primeiramente percebendo o que estão observando e sentindo e do que estão precisando; e depois descobrindo o que poderia enriquecer suas vidas ao receberem a quarta informação, o pedido. À medida que mantivermos nossa atenção concentrada nessas áreas e ajudarmos os outros a fazerem o mesmo, estabeleceremos um fluxo de comunicação dos dois lados, até a compaixão se manifestar naturalmente: o que estou observando, sentindo e do que estou necessitando; o que estou pedindo para enriquecer minha vida; o que você está observando, sentindo e do que está necessitando; o que você está pedindo para enriquecer sua vida...
4. Não Julgue
Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados. MATEUS 7, 1
Quem pisaria em um broto de árvore esperando colher seus frutos? Nós, nós o fazemos diariamente quando criticamos e condenamos. 99 em 100 vezes as pessoas não se condenam, elas se consideram mal-compreendidas e pensam “não vejo como poderia ter feito diferente”, pois, muitas vezes, as pessoas são realmente mal compreendidas. A crítica é inútil pois coloca a pessoa na defensiva, fazendo com que foque em tentar se justificar, ela fere a pessoa e gera mágoas que perduram a vida toda, isso se a pessoa não sentir a necessidade de criticar de volta para se sentir retribuída. Quando tratarmos com pessoas, devemos nos lembrar que não estamos lidando com seres lógicos, e sim, sentimentais com histórias, ego e justificativas que não conhecemos para eles terem agido como agiram, não só por serem pessoas com personalidades muito específicas, mas também por não conhecermos as experiências de vida que levaram a pessoa aquilo. Criticar sem entender gera grande ressentimento, sempre assuma que a pessoa que você está ouvindo sabe algo que você não sabe. Nós nos esquecemos de muita coisa, mas nunca nos esquecemos de como as pessoas fizeram nos sentirmos, pense nas vezes que você foi criticado, criticado por alguém que não se interessou em entender o porquê de seu erro, lembre de como você se sentiu, é esse sentimento que estamos tentando evitar.
A crítica fez com que o sensível Thomas Hardy, um dos mais finos romancistas que já apareceram na literatura inglesa, abandonasse para sempre sua paixão. A crítica levou Thomas Chatterton, o poeta britânico, ao suicídio. Benjamin Franklin, um tanto descontrolado na sua juventude, tornou-se tão diplomático, tão hábil em lidar com as pessoas, que foi nomeado embaixador americano na França. O segredo do seu sucesso? “Não falarei mal de ninguém”, disse ele, “... e falarei só das coisas boas que eu conheço das pessoas.” Qualquer tolo pode criticar, condenar e queixar-se, e a maioria dos tolos faz justamente isso. Mas é preciso ter caráter e autocontrole para ser compreensivo. “Um grande homem demonstra sua grandeza”, disse Carlyle, “pelo modo como trata os pequenos.” Se você e eu queremos criar um ressentimento amanhã que irá perdurar até a morte é só fazermos uma crítica dolorosa, não importa o quanto nós pensamos que ela seja justificada.
"No mundo dos julgamentos, o que nos importa é QUEM “É” O QUÊ"
Nossa atenção se concentra em classificar, analisar e determinar níveis de erro, em vez de fazê-lo no que nós e os outros necessitamos e não estamos obtendo. Assim, se minha mulher deseja mais afeto do que estou lhe dando, ela é “carente e dependente”. Mas, se quero mais atenção do que me dá, então ela é “indiferente e insensível”. Se meu colega atenta mais aos pormenores do que eu, ele é “cricri e compulsivo”. Por outro lado, se sou eu quem presta mais atenção aos detalhes, ele é “lambão e desorganizado”.
Aqui, é importante não confundir juízos de valor com julgamentos moralizadores. Todos fazemos juízos de valor sobre as qualidades que admiramos na vida; por exemplo, podemos valorizar a honestidade, a liberdade ou a paz. Os juízos de valor refletem o que acreditamos ser melhor para a vida. Fazemos julgamentos moralizadores de pessoas e comportamentos que estão em desacordo com nossos juízos de valor; por exemplo, “A violência é ruim; pessoas que matam outras são más”. Se tivéssemos sido criados falando uma linguagem que facilitasse exprimir compaixão, teríamos aprendido a articular diretamente nossas necessidades e nossos valores, em vez de insinuarmos que algo é ou está errado quando eles não são atendidos. Por exemplo, em vez de “A violência é ruim”, poderíamos dizer: “Tenho medo do uso da violência para resolver conflitos; valorizo a resolução de conflitos por outros meios”.
A relação entre linguagem e violência é tema das pesquisas de O. J. Harvey,professor de psicologia na Universidade do Colorado. Ele tomou amostras aleatórias de obras literárias de países mundo afora e tabulou a freqüência das palavras que classificam e julgam as pessoas. Seu estudo constata elevada correlação entre o uso freqüente dessas palavras e a incidência de violência. Não me surpreende saber que existe consideravelmente menos violência em culturas nas quais as pessoas pensam em termos das necessidades humanas do que em outras nas quais as pessoas se rotulam de “boas” ou “más” e acreditam que as “más” merecem ser punidas. Em 75% dos programas exibidos nos horários em que existe maior probabilidade de as crianças americanas estarem assistindo à TV, o herói ou mata pessoas, ou as espanca. Tal violência costuma constituir o “clímax” do espetáculo. Os telespectadores (a quem se ensinou que os maus merecem castigo) sentem prazer em ver essa violência. Na raiz de grande parte ou talvez de toda violência — verbal, psicológica ou física, entre familiares, tribos ou nações —, está um tipo de pensamento que atribui a causa do conflito ao fato de os adversários estarem errados, e está a correspondente incapacidade de pensar em si mesmos ou nos outros em termos de vulnerabilidade — o que a pessoa pode estar sentindo, temendo, ansiando, do que pode estar sentindo falta, e assim por diante. Durante a Guerra Fria, testemunhamos essa perigosa maneira de pensar. Nossos líderes viam os russos como um “império do mal” dedicado a destruir o American way of life. Os líderes russos se referiam ao povo americano como “opressores imperialistas” que tentavam subjugá-los. Nenhum dos dois lados reconhecia o medo que se escondia por trás daqueles rótulos.
Outro tipo de comunicação alienante da vida é a negação de responsabilidade. A comunicação alienante da vida turva nossa consciência de que cada um de nós é responsável por seus próprios pensamentos, sentimentos e atos. O uso corriqueiro da expressão “ter de” (como em “Há algumas coisas que você tem de fazer, quer queira, quer não”) ilustra de que modo a responsabilidade pessoal por nossos atos fica obscurecida nesse tipo de linguagem. A expressão “fazer alguém sentir-se” (como em “Você me faz sentir culpado”) é outro exemplo da maneira pela qual a linguagem facilita a negação da responsabilidade pessoal por nossos sentimentos e pensamentos.
Em Eichmann em Jerusalém, livro que documenta o julgamento do oficial nazista Adolph Eichmann por crimes de guerra, Hannah Arendt conta que ele e seus colegas davam um nome à linguagem de negação de responsabilidade usada por eles. Chamavam-na de Amtssprache, que se poderia traduzir livremente como “linguagem de escritório”, ou “burocratês”. Por exemplo, se lhe perguntassem por que ele tomara certa atitude, a resposta poderia ser: “Tive de fazer isso”. Se lhe perguntassem por que “teve de fazer”, a resposta seria: “Ordens superiores”, “A política institucional era essa”, “Era o que mandava a lei”.
Negamos responsabilidade por nossos atos quando os atribuímos a: forças vagas e impessoais
(“Limpei meu quarto porque tive de fazêlo”);
nossa condição, diagnóstico, histórico pessoal ou psicológico (“Bebo porque sou alcoólatra”);
ações dos outros (“Bati no meu filho porque ele correu para a rua”);
ordens de autoridades (“Menti para o cliente porque o chefe me mandou fazer isso”);
pressão do grupo (“Comecei a fumar porque todos os meus amigos fumavam”);
políticas, regras e regulamentos institucionais (“Tenho de suspender você por conta dessa infração; é a política da escola”);
papéis determinados pelo sexo, idade e posição social (“Detesto ir trabalhar, mas vou porque sou pai de família”);
impulsos incontroláveis (“Fui tomado por um desejo de comer aquele doce”).
Certa vez, durante uma discussão entre pais e professores sobre os perigos de uma linguagem que implicasse ausência de escolha, uma mulher objetou, irada: “Mas existem algumas coisas que você tem de fazer, gostando ou não! E não vejo nada de errado em dizer aos meus filhos que há coisas que também eles têm de fazer”. Quando pedi que desse um exemplo de algo que “tinha de fazer”, ela respondeu: “É fácil! Quando eu sair daqui esta noite, tenho de ir para casa e cozinhar. Eu detesto cozinhar! Detesto do fundo da alma, mas venho fazendo isso todos os dias há vinte anos, até quando estava muito doente, porque é uma das coisas que a gente simplesmente precisa fazer”. Eu lhe disse que estava consternado em ouvir que ela passara tanto tempo de sua vida fazendo algo que detestava só porque se achava compelida a fazê-lo, e que eu esperava que ela pudesse encontrar possibilidades melhores aprendendo a linguagem da CNV.
Podemos substituir uma linguagem que implique falta de escolha por outra que reconheça a possibilidade de escolha.
Num artigo de Bits and Pieces , apareceram algumas sugestões para prevenir que um desacordo se transforme numa discussão: Sempre escolha a divergência. Lembre-se do lema: quando dois sócios sempre concordam, um deles não é necessário. Se existe alguma questão sobre a qual você não havia pensado antes, agradeça se alguém chamar a sua atenção. Talvez esse desacordo seja sua oportunidade de se corrigir antes de cometer um erro grave. Desconfie de sua primeira impressão instintiva. Nossa primeira reação natural numa situação desagradável é de nos colocarmos na defensiva. Seja cuidadoso. Mantenha a calma e preste atenção à sua primeira reação. Talvez seja o que há de pior em você, e não de melhor, em você. Controle seus impulsos. Lembre-se: você pode medir a grandeza de uma pessoa por aquilo que a deixa irritada. Ouça em primeiro lugar. Dê aos seus adversários a oportunidade de falar. Deixe-os terminar o que têm a dizer. Não resista, defenda-se ou debata. Essa atitude apenas levanta barreiras. Procure construir pontes à compreensão. Não erga barreiras altas de desentendimento. Procure áreas de concordância. Depois de ter ouvido o que seus adversários têm a dizer, primeiro reflita sobre os pontos e as áreas com os quais vocês concordam. Seja honesto. Procure áreas nas quais poderá admitir que errou e o confesse. Peça desculpas por seus erros. Essa atitude ajudará a desarmar seus adversários e reduzir suas defesas. Prometa que pensará sobre as idéias de seus adversários e as estude cuidadosamente. E seja sincero. Seus adversários podem estar certos. Nesse estágio é bem mais fácil concordar sobre os pontos colocados por eles, mais do que adiantar-se apressadamente e colocar-se numa situação que propiciará aos seus oponentes dizerem: “Tentamos dizer-lhe isso, mas você não nos quis ouvir". Agradeça a eles sinceramente pelo interesse que eles demonstram. A pessoa que discorda de você está interessada nas mesmas coisas que você e além de tudo está interessada no que você pensa. Pense nela como uma pessoa que realmente quer ajudá-lo e você pode transformar seus adversários em amigos. Sugira que se realize um novo encontro mais tarde no dia, ou no dia seguinte, quando então todos os fatos poderão ser levantados para sustentar as opiniões. Ao preparar-se para esse encontro, pergunte a você mesmo algumas questões decisivas: Meus adversários poderiam estar certos? Ou parcialmente certos? Existe alguma verdade ou valor na posição ou argumento? Será que minha reação irá aliviar o problema ou apenas resultará em frustração? Minha reação fará meus adversários recuarem ou se aproximarem de mim? Minha reação ajudará a aumentar a estima que as pessoas têm por mim? Ganharei ou perderei? Qual é o preço que tenho que pagar para vencer? Se eu descansar em relação a isso, o desentendimento desaparecerá? Será essa situação difícil ou uma oportunidade para mim?
O tenor de óperas Jan Peerce, casado por quase 15 anos, disse certa vez: “A minha esposa e eu fizemos um pacto a muito tempo, e não o quebramos, não importa o quão raivosos estejamos um com o outro. Quando um de nós grita o outro deve apenas ouvir, porque quando duas pessoas gritam, não há nenhuma comunicação, há apenas barulho e mágoa.
A única forma de obter o melhor de uma discussão é evitá-la.-Dale Carnegie
Você pode dizer a um homem que ele está errado por meio de um olhar, um gesto, uma entonação, como também por meio de palavras, mas, se lhe disser que ele está errado, pensa que o levará a concordar com você? Nunca! Pois você desferiu um golpe direto contra sua inteligência, contra seu julgamento, contra seu orgulho, contra seu amor-próprio. Isto fará apenas com que ele deseje revidar, mas nunca fará com que mude de ideia. Você então poderá atacá-lo, com toda a lógica de um Platão ou de um Immanuel Kant, mas não alterará a opinião dele, pois você lhe feriu a sensibilidade. Nunca comece dizendo: “Vou provar isto ou aquilo”. Isto é ruim. Equivale a dizer: ‘sou mais inteligente que você. Vou dizer-lhe uma coisa ou duas e mudar a sua opinião, sei muito mais que você, pra mim será fácil mudá-lo”. Isto é um desafio. Gera oposição e faz com que o ouvinte sinta vontade de discutir com você, mesmo antes de começar. É muito difícil, mesmo sob as mais propícias condições.
Modificar as idéias das outras pessoas. Assim, por que tornar ainda mais difícil a missão? Por que procurar desvantagens para si? Se deseja provar alguma coisa, não deixe que ninguém perceba isto. Faça-o tão sutilmente, com tanta habilidade que ninguém perceba o que você está fazendo. Isso foi concisamente explicado pelo poeta Alexander Pope: “Homens devem ser ensinados como se você não os estivesse ensinando e as coisas desconhecidas propostas como coisas esquecidas” Há mais de 300 anos, Galileu disse: “Você não pode ensinar nada a um homem você pode apenas ajudá-lo a encontrar a resposta dentro de si mesmo”. Lord Chesterfield dizia para o filho: “Seja mais sábio que os outros , se puder; mas nunca lhes diga isso”. Sócrates dizia repetidamente para os seus seguidores em Atenas: “Só sei que nada sei”. Bem, creio que não sou mais inteligente que Sócrates, por isso deixei de dizer a outras pessoas que elas estão erradas. E descobri grandes vantagens nisso. Se uma pessoa diz alguma coisa que você acha que está errado, sim, mesmo que você saiba que está errada, é muito melhor começar dizendo: “ Veja bem. Penso diferente, mas posso estar errado. E se eu estiver errado ficarei grato que você me corrija. Vamos examinar os fatos?” Há uma magia, uma magia positiva em frases como esta: “Posso estar errado.Vamos examinar os fatos”, Ninguém, mesmo que viva no céu, aqui na terra, ou mesmo nas águas , jamais irá se opor, se disser: “Posso estar errado. Vamos examinar os fatos”.
É evidente que não são as idéias que são preciosas para nós, mas o nosso orgulho que está sendo ameaçado. A pequena palavra “meu” é a mais importante em relações humanas e saber lidar com ela é o princípio da sabedoria. Tem a mesma força, quer seja “meu” jantar, “meu” cachorro, “minha” casa, ou “meu” pai, “meu” país e “meu” Deus. Nós ficamos magoados quando dizem que o nosso carro é velho, mas também que nossa concepção sobre os canais de Marte, da pronúncia da palavra Epíteto, que a nossa concepção sobre o valor medicinal do salicilato ou sobre a época de Sargão. “O resultado é que o nosso raciocínio consiste em encontrar argumentos para continuar acreditando no que já acreditamos.”
Carl Rogers, um eminente psicólogo, escreveu em seu livro “On becoming a person”:“Descobri que permitir-me compreender outra pessoa é de enorme valia. A maneira com que expressei esse pensamento talvez lhe pareça estranha. Será necessário alguém permitir-se compreender o outro? Eu acredito que sim. Nossa primeira reação à maioria das afirmações (que ouvimos as outras pessoas fazerem) é mais uma avaliação ou um julgamento, do que um entendimento delas. Quando alguém expressa seus sentimentos, atitudes ou crenças, a nossa tendência é quase imediatamente dizer “isto é certo”, “isto é errado”, “isto não é normal”. É bem raro nós tentarmos entender o que aquilo significa para a outra pessoa.
19 séculos atrás Jesus disse: “ Faça um acordo com seu adversário o mais breve possível”. 2.200 anos antes de Cristo, o rei Aktoi, do Egito, deu ao seu filho alguns sábios conselhos, conselhos que hoje se fazem muito necessários. : ‘seja diplomático” Isto o ajudará a conseguir o que deseja”. Em outras palavras, não discuta com o seu cliente, com a sua esposa ou com o seu adversário. Não lhes diga que estão errados, não os aborreça. Use um pouco de diplomacia.
"Respeite os outros, nunca diga, você está errado"-Dale carnegie
5. Se Conectar ou Manipular?
Só há 1 forma para conseguir que alguém faça algo. Esta forma é fazer com que a pessoa queira fazer isso. Você pode ameaçar as pessoas para que façam algo, obrigá-las ou enganá-las, porém todos estes métodos têm consequências horríveis na mente da pessoa, na sua e em sua relação. Você até pode conseguir o celular de alguém colocando uma arma em sua cabeça, mas na primeira oportunidade essa pessoa o roubaria de volta, da mesma forma, seus filhos, pais, namorados e amigos se forem forçados a fazerem algo, se vingarão de você mesmo que inconscientemente. O único jeito de fazer alguém querer fazer algo é dando a pessoa o que ela quer, mas o que será que todos queremos? Quase todas as pessoas desejam:
1. Saúde
2. Sono e descanso
3. Dinheiro e as coisas que o dinheiro pode proporcionar.
4. Ter seus sonhos para sua vida no futuro
6. Satisfação amorosa
7. O bem-estar das pessoas que importam para elas
8. Se sentir importante
A maior parte das pessoas tem quase todas essas coisas, menos uma delas, a sensação de que se é importante. “Se alguém quer algo, pode ser somente por 2 motivos: a necessidade sexual e o desejo de ser grande” - Freud, assim como Freud, John Dewey afirmou que é de nossa natureza querer se sentir importante, William James disse: “O mais profundo princípio da natureza humana é a ânsia de ser apreciado”. Nosso desejo de se sentir importante está intimamente entrelaçado com nossas ambições, desejos, sentido e propósito na vida. Se você me disser o que o faz se sentir importante eu lhe direi quem você é. Isto determina o seu caráter. É a coisa mais significativa sobre você. John D. Rockefeller satisfazia seu desejo de se sentir importante dando dinheiro para construir um hospital moderno na China, para cuidar de milhões de pessoas pobres, as quais nunca viu nem verá. Dillinger, por outro lado, satisfazia o desejo de ser importante sendo um criminoso temido.
Existem mais pacientes sofrendo das doenças mentais nos hospitais dos Estados Unidos que de todas as outras doenças juntas. Qual a causa da insanidade? Ninguém sabe exatamente a causa, sabemos que certas doenças e acidentes podem prejudicar a sanidade de alguém, como a sífilis que ataca as células do cérebro, danificando-as e causando a insanidade, porém, 50% dos pacientes que sofrem de doenças mentais nos EUA têm cérebros perfeitamente saudáveis, iguais ao seu e o meu. Por que estas pessoas ficaram insanas? O médico-chefe de um dos nossos mais importantes hospitais psiquiátricos, que recebera as mais altas honrarias e os mais ambicionados títulos pelo valor dos seus conhecimentos no campo da psiquiatria, confessou-me, com toda a franqueza, que ele não sabia fisicamente porque estas pessoas se tornavam insanas. Mas disse que muitas pessoas ficam assim porque encontram na insanidade, um sentimento de importância que sempre desejavam e que não encontraram no mundo físico. Se tantas pessoas chegam a este ponto por não se sentirem importantes, apreciadas, imagine o bem que podemos fazer dando um pouco de apreciação às pessoas.
É importante assegurar que falamos aqui de apreciação sincera, nunca de bajulação, qual a diferença? É simples. Um é sincero e o outro não. Um vem do coração; e o outro da boca para fora. Um é altruísta; o outro é egoísta. Um é admirado por todos; o outro é condenado por todos. Da próxima vez que você gostar do filet mignon que comer no restaurante do clube, peça ao garçom para dizer ao cozinheiro que ele estava excelente, e quando um vendedor cansado se mostrar de uma gentileza incomum, não esqueça de mencioná-la. Experimente deixar um rasto amistoso de pequenas centelhas de gratidão à sua passagem. Você se surpreenderá em ver como elas acendem chamas de amizade que alumiarão sua trajetória numa próxima visita. Às vezes deixamos de fazer um elogio a um filho quando nos apresentam suas boas notas, e deixamos de incentivar nossas crianças quando fazem algo pela primeira vez ou pedem nossa atenção. Nada alegra mais uma criança que este tipo de elogio e de interesse por parte dos pais, tudo que as crianças querem é isso, que nós demos amor a elas, isto é o que todos querem, pense em momentos felizes da sua infância. Pense também nisso, este é um dogma que levo para minha vida ”Passarei por esta vida só uma vez; por isso, se existe qualquer bem ou qualquer gesto de bondade que eu possa fazer em benefício do ser humano, que eu faça já. Que eu não o adie ou negligencie, pois por aqui jamais passarei de novo”. Façamos um elogio honesto e sincero e Sejamos ‘sinceros em nossa aprovação e generosos em nossos elogios” e as pessoas lembrarão nossas palavras, guardando-as e repetindo-as durante toda a vida, repetindo-as anos depois, quando você já as tiver esquecido”. “podem me tirar tudo que eu tenho, menos as coisas boas que eu fiz pelas pessoas”
Os 3 componentes ao expressarmos apreciação:
1. as ações que contribuíram para nosso bem-estar;
2. as necessidades específicas que foram atendidas;
3. os sentimentos agradáveis gerados pelo atendimento dessas necessidades.
“Isso é o que você fez; isso é o que sinto; essa é minha necessidade que foi atendida”.
Lloyd George, primeiro-ministro da Grã-Bretanha, durante a Primeira Guerra Mundial quando perguntado sobre o que havia feito para se manter no poder por mais tempo que todos os outros chefes em tempos da guerra respondeu que podia atribuir a sua permanência no poder apenas a uma coisa, ele ter aprendido que “era necessário preparar o anzol com aquilo que o peixe quer”, mas o que isto significa? Quando pescamos não colocamos chocolate no anzol, colocamos minhocas, elas podem ser nojentas para nós, mas não estamos pensando em nós, não estamos nos colocando no lugar do peixe, estamos pensando no peixe. Você está interessado no que quer. Está eternamente interessado nisso. Mas apenas você. Ninguém mais. O resto das pessoas não é diferente. Estamos todos interessados no que nós queremos , temos de pensar no que os outros querem, conhecer eles, falarmos sobre o que eles querem, termos empatia. Se, por exemplo, você não quiser que o seu filho fume, não brigue com ele, e não fale sobre o seu desejo, mostre a ele que os cigarros vão afastá-los daquele time de futebol que ele tanto quer, ou dos 100 metros, o que importa é que seja algo que ele queira, não o que você quer pra ele.
"Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de 100 batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas."-Sun Tzu
A analogia de Sun Tzu também se aplica a vida cotidiana, conhecendo a si mesmo e o outro é possível agir da maneira correta, porém isto só é possível se você utilizar seu conhecimento dos outros quando você quiser que alguém faça alguma coisa, antes começar o assunto pergunte a si mesmo: “Como posso fazer com que ela queira fazer isso?” Uma pergunta assim evitará arrependimento com as coisas que falamos para os outros. Aqui está um dos melhores conselhos já dados sobre lidar com pessoas: ‘se há algum segredo de sucesso”, disse Henry Ford, “está na capacidade de entender o ponto de vista da outra pessoa e ver as coisas tão bem pelo ponto de vista dele como você vê pelo seu ponto de vista”, isto é, verdadeiramente conhecer alguém. Com isso é possível prever quais decisões a pessoa tomaria em dada circunstância, se ela concordaria com você e como você deve tratá-la, você terá uma nova fonte de conhecimento e suporte em decisões, mesmo com a pessoa ausente, você será capaz de pensar, “o que ela faria se estivesse em meu lugar?”. Não é fácil conhecer alguém a este ponto, porém é algo valioso que deve ser implementado. Se depois de ler este livro você começar a tentar sempre pensar do ponto de vista das outras pessoas, isto facilmente resultará em uma melhor qualidade de vida, maior paz em relações com os outros e oportunidades antes inimagináveis.
Owen D. Young disse: “Aquele que pode colocar-se no lugar de outros, que pode compreender como as suas mentes funcionam, não precisam ter medo do futuro.” Leia novamente esta frase, pois é digna de um gênio, se entendermos como as pessoas pensam, não precisamos temer o futuro, pois sob qualquer situação, podemos prever a reação da pessoa a ela, mesmo quando o outro não estiver conosco, podemos consultá-lo e entender o que ele faria em dada situação, ao atingir este estado, esta pessoa continua viva dentro de nós. Se depois de ler este livro você começar a tentar ver as coisas do ponto de vista das outras pessoas, se obtiver só isso, isto se provará um dos marcos de sua vida.
Isto requer que você conheça a pessoa, que conheça seus desejos e medos, para assim mostrar como o que você quer que ela faça, que quer ela deixe você fazer ou que quer que façam juntos está em seus interesses também, faça com que ela deseje a coisa tanto quanto você. Lembre-se:
“desperte na outra pessoa o desejo. Aquele que conseguir isto, terá o mundo ao seu lado. Aquele que não conseguir trilhará um caminho solitário”.
5. Como fazer as pessoas gostarem de você
Por que não estudar a técnica do maior conquista de amigos que o mundo já conheceu? Alguém que é bem recebido em toda parte? Um mestre em demonstrar apreciação sincera, uma apreciação honesta que ele dá sem querer algo em de você, você já alguma vez parou para pensar que o cachorro é o único animal que não tem que trabalhar para viver? A galinha põe ovos, a vaca fornece leite, o canário canta. Mas o cachorro vive muitas vezes exclusivamente dando-lhe amor. Você pode fazer mais amigos em 2 semanas, interessando-se pelas outras pessoas, do que em 2 anos, tentando fazer com que os outros se interessem em você.
A New York Telephone Company realizou um detalhado estudo das conversações telefônicas para saber qual a palavra mais frequentemente usada. Veja se imagina isto: foi o pronome pessoal “Eu”.Quando você vê uma foto em grupo do qual faz parte, qual a pessoa que olha primeiro? Napoleão por muitas vezes caiu nessa armadilha e no seu último encontro com Josefine disse: “Josefine, tenho sido afortunado como nenhum homem jamais foi na terra; ainda nesta hora, você é a única pessoa no mundo em quem posso confiar”. E os historiadores duvidam se ele podia confiar até nela.
Alfred Adler, famoso psicólogo vienense, escreveu um livro intitulado: What Life Should Mean to You. Nesse livro diz: “É o indivíduo que não se interessa pelos seus semelhantes, quem tem as maiores dificuldades na vida e causa os maiores males aos outros. É entre tais indivíduos que surgem todas as falhas humanas”.
Se nós queremos amizades verdadeiras, vamos nos dedicar a fazer coisas pelas outras pessoas, coisas que exigem tempo, energia e pensar nelas. Quando o duque de Windsor visitou a América do Sul e antes de partir, passou meses estudando espanhol para poder fazer discursos em público no idioma dos países que visitava; e os sul americanos o amaram por isso. Como aplicar isso? Devemos ter um interesse genuíno pelas pessoas e demonstrar apreciação honesta, fazendo com que elas se sintam importantes, o dia que nascemos é muito importante para nós, mas somente para nós, cada um se importa muito com seu aniversário, por isso é comum as pessoas se esquecerem do dos outros, por isso é essencial nos lembrarmos do aniversário dos outros, assim como no caso do Kaiser Wilhelm II, a gratidão é ampliada conforme a situação da pessoa, se a pessoa não receber o feliz aniversario de quase ninguém e receber o seu, seu efeito será amplificado.
Se quiser que os outros gostem de você, se quiser ter amizades verdadeira, se quiser ajudar outras pessoas e ao mesmo tempo ser ajudado por elas, mantenha este princípio em mente:
Demonstre interesse genuíno pelas pessoas.
Eis aqui um jeito simples de causar uma boa primeira impressão.
Charles Schwab disse que seu sorriso vale 1 milhão de dólares. E, certamente, estava declarando a verdade. Seu encanto, sua habilidade em fazer com que as outras pessoas gostassem dele, são quase inteiramente responsáveis pelo seu extraordinário sucesso na vida; um dos fatores mais atraentes da sua personalidade é o seu cativante sorriso. Ações expressam muito mais que palavras e um sorriso diz: “Você me faz bem. Estou feliz em te ver”. Por isso os cachorros fazem isso com saltos. Eles ficam tão contentes quando nos vêem que pulam para nós. Por isso, naturalmente, nos sentimos felizes em vê-los. Você deve sentir muito prazer ao encontrar pessoas que você sabe que estão genuinamente felizes em vê-lo.
Um sorriso insincero? Não. Este não engana ninguém. Nós notamos quando ele é forçado. Estamos falando de um sorriso verdadeiro, um sorriso que vem de dentro. O filósofo William James disse: “a ação parece ser somente a consequência da sensação, mas, na verdade, ação e sensação andam juntas; e regulando a ação, que está sob nosso controle, podemos indiretamente regular a sensação, que não está”. Este é o caminho para o bom humor, se o nosso bom humor foi perdido, podemos agir e falar como se o bom humor já estivesse lá. Todos buscam felicidade no mundo e existe um caminho certo para encontrá-la. “É pelo controle dos seus pensamentos. A felicidade não depende de condições externas. Depende de condições internas.” “Nada é bom ou mau”, disse Shakespeare, “nosso pensamento é que o faz.” Abraham Lincoln avisou: “A maioria das pessoas só consegue ser tão feliz quanto seus cérebros permitem”.
O neuropsiquiatra Viktor Frankl, autor do Best-Seller Man’s Search for Meaning mostra ao longo de toda sua jornada em campos de concentração como a paz, bem-estar e felicidade dependem de como vemos o mundo, e não de como ele é. “Quando não somos capazes de mudar a situação, somos desafiados a mudar nós mesmos”, Frankl afirma que nossa essência em muito deriva de como agimos em dada situação, que tudo pode ser tirado de nós, menos nossa escolha de como agir, o nosso caminho, nosso jeito de ser. Como Frankl disse, não devemos perseguir a felicidade, pois a felicidade é consequência de uma ação, assim, reforçando a idéia de que devemos nos esforçar para sermos felizes, não podemos controlar nossos sentimentos, mas podemos controlar nossas ações que controlam eles, da mesma maneira que não podemos controlar o mundo, porém podemos decidir como reagiremos a ele, e isso, define quem nós somos, para isso, leia atentamente esta amostra do sábio conselho de Elbert Hubbard, mas lembre-se de que a leitura não lhe fará bem algum a menos que seja aplicada: “Todas as vezes que for sair, encolha o queixo, firme a cabeça e encha os pulmões o mais possível; cumprimente os amigos com um sorriso e ponha a alma em cada aperto de mão. Tenha sempre no pensamento a pessoa capaz, importante e útil que deseja ser e tal pensamento, a cada hora, o transformará neste indivíduo particular.”
Bibliotecas e museus devem suas mais ricas coleções a homens que não podiam conceber que seus nomes desaparecessem da memória das pessoas. A Biblioteca Pública de Nova York possui as coleções Astor e Lenox. O Metropolitan Museum perpetuou os nomes de Benjamim Altman e J. P. Morgan. E quase todas as igrejas são embelezadas por vitrais que lembram os nomes dos doadores. Grande parte dos edifícios de muitas universidades levam os nomes de doadores que contribuíram com vultosas somas de dinheiro para obter essa honra.
A maioria das pessoas se esquece dos nomes pela simples razão de não dar a este exercício o tempo e a energia necessários para concentrar, repetir e gravar . Quase todos dão a desculpa de que estão muito ocupados, mas, certamente, não são mais ocupados que Franklin D. Roosevelt, o qual dedicava muito tempo para lembrar-se e chamar todos pelos seus nomes nos negócios e nos contatos sociais como na política, sem distinguir por seu dinheiro, fama ou poder. Napoleão III, imperador da França e sobrinho do grande Napoleão, gabava-se, apesar de todas as suas obrigações reais, poder lembrar-se do nome de cada pessoa que o procurava. Sua técnica? Simples. Se não ouvia o nome perfeitamente, dizia: “Perdão. Não ouvi bem o seu nome”. Se era um nome não muito comum costumava dizer: “Como se escreve?” Durante a conversação preocupava-se em repetir o nome várias vezes, e procurava associá-lo na mente com alguns sinais característicos do homem, expressão e aparência geral.
As informações que compartilhamos ou o pedido que estamos fazendo, se tornam especiais quando mantemos vivo em nossa mente o nome da pessoa, pois assim agiremos pensando nela também, isto é realmente ter empatia. Da garçonete ao diretor, o nome exercerá um efeito mágico enquanto lidamos com as pessoas.
PRINCÍPIO 3 Lembre-se de que o nome de uma pessoa é o som mais doce e mais importante em qualquer idioma para aquela pessoa.
Conversar é inerente a nós, todos conversamos, é o nosso principal meio de comunicação, seja ao vivo, por telefone ou por mensagens. A maior parte das pessoas só pensa em si mesma, muitos não conseguem nem segurar-se para não interromper alguém. Demonstrar interesse honesto nas pessoas é uma das coisas melhores coisas que podemos dar a elas, já vimos que devemos demonstrar apreciação honesta pelas pessoas, não criticá-las condená-las ou reclamar delas, procurar entendê-las e despertar nelas o desejo, demonstrarmos interesse genuíno nelas, sorrirmos e sempre lembrarmos de seus nomes, estes são os ingredientes para uma pessoa agradável, um amigo, familiar ou cônjuge que todos gostaríamos de ter ao nosso lado, se você conseguir aplicar esses princípios, todos o desejarão ao seu lado, você se tornará uma pessoa de valor inestimável, alguém capaz de aproveitar situações ótimas e reverter a pior das situações, você fará o melhor do que a vida te der.
Um dos maiores ouvintes dos tempos modernos foi Sigmund Freud. Um homem que o conheceu descreveu sua maneira de ouvir: “Fiquei tão fortemente impressionado, que jamais o esquecerei. Ele tinha qualidades que jamais encontrei em homem algum. Nunca, em toda a minha vida, vi atenção tão concentrada”. Não havia essa coisa do agudo “olhar que penetrava a alma”. Seus olhos eram meigos e suaves. Sua voz era calma e macia. Fazia poucos gestos. Mas a atenção que dispensava a mim, seus comentários positivos sobre o que eu dizia, mesmo quando eu me expressava mal, eram extraordinários. “Você não imagina o que significava ser ouvido daquela maneira”. Se quiser saber como fazer as pessoas correrem de você e o ridicularizarem pelas costas ou mesmo desprezá-lo, aqui a receita: nunca se mostre disposto a ouvir alguém por muito tempo. Fale incessantemente sobre você mesmo. Se tiver uma ideia, enquanto a outra pessoa estiver falando, não espere que ela termine. Ela não é tão interessante como você. Por que gastar seu tempo ouvindo ela se expressar? Adiante-se logo, a interrompa. Você conhece gente assim? Eu conheço, infelizmente; e o pior é que muitos deles vivem de lidar com as pessoas cheios de si, eis o que eles são, intoxicados como o próprio “ego”, bêbados com o sentimento de sua própria importância. O homem que só fala de si, só pensa em si e “o homem que pensa somente em si”, diz o Dr. Nicholas Murray Buttler, durante muito tempo reitor da Universidade de Colúmbia, “é irremediavelmente mal-educado”. “Não é educado”, afirma o Dr. Buttler, “não interessando o seu grau de educação formal”.
Assim, se quiser ser um bom conversador, seja um ouvinte atento. Para ser interessante, seja interessado. Faça perguntas a que outro homem sinta prazer em responder. Incite as pessoas a falar sobre elas mesmas e sobre seus assuntos prediletos. Lembre-se de que a pessoa com a qual está falando está uma centena de vezes mais interessada em si mesma, nos seus problemas e vontades, do que em você e seus problemas. Sua dor de dente significa mais para ela que a fome na China que mata 1 milhão de pessoas. Uma dor nas costas interessa-lhe mais que 40 tremores de terra na África. Pense nisto na próxima vez que iniciar uma conversa.
PRINCÍPIO 4 Seja um bom ouvinte, incentive os outros a falar sobre eles mesmos.
Há uma lei da conduta humana da máxima importância. Se obedecermos a esta lei, quase nunca teremos preocupações. De fato, tal lei, sendo seguida, nos ensejará um número sem conta de amigos e constante felicidade. Mas, assim que a violarmos, teremos logo de enfrentar uma série infinda de transtornos. A lei é a seguinte: Fazer sempre a outra pessoa sentir-se importante. John Dewey, como já tivemos ocasião de dizer, afirma que o desejo de ser importante é a mais profunda solicitação da natureza humana, é o que nos diferencia de outros animais. Filósofos têm pesquisado sobre as regras das relações humanas por milhares de anos e, de toda essa pesquisa, apenas se desenvolveu um único preceito, o qual não é novo, é velho como a História. Zoroastro ensinou aos seus adoradores do fogo, na Pérsia, 3 mil anos atrás. Confúcio pregou-o na China há 24 séculos. Lao-Tsé, o fundador do Taoísmo, ensinou-o aos seus discípulos no Vale do Han. Buda pregou-o no Ganges Sagrado 500 anos antes de Cristo. Os livros sagrados do Hinduísmo ensinaram-no mil anos antes. Jesus ensinou-o entre as montanhas de pedra da Judéia há 20 séculos. Jesus resumiu-o em um pensamento: “Faça aos outros o que você quer que os outros lhe façam”. Você deseja a aprovação das pessoas. Quer o reconhecimento do seu real valor. Quer se sentir importante. Não quer ouvir bajulação insinceras e baratas, mas deseja uma sincera apreciação das coisas que você se esforçou por. Quer que os seus amigos e associados sejam, como disse Charles Schwab, “sinceros em sua apreciação e generosos em seus elogios”. Todos nós queremos isto. Obedeçamos, portanto, à Regra de Ouro e demos aos outros o que queremos que os outros nos dêem. Como? Quando? Onde? A resposta é: Sempre e em todo lugar. “Pequenas frases como ‘sinto incomodá-lo”,“Você poderia?”Você gostaria?”,“Muito obrigado”, são pequenas cortesias que agem como lubrificante na engrenagem da monótona rotina de todos os dias da vida e são as coisas que nos referimos quando dizemos “A felicidade está nas pequenas coisas”.
“Fale com as pessoas a respeito delas mesmas”, disse Disraeli, um dos homens mais perspicazes que já governaram o Império Britânico. “Fale com as pessoas sobre si mesmas e elas o ouvirão por muitas horas.
PRINCÍPIO 6 Faça a outra pessoa sentir-se importante, e faça-o sinceramente.
6. Como fazer os outros entenderem o que você pensa
Comece sendo amigável
Se você perde a calma e diz a alguém uma coisa ou outra, terá uma excelente oportunidade para desabafar o que você está sentindo. Mas o que acontece com a outra pessoa? Participará do seu prazer? Será que seu tom agressivo e sua atitude hostil farão com que ela concorde facilmente com você? “Se você vier a mim com os punhos cerrados”, disse Woodrow Wilson, “posso prometer que os meus ficarão cerrados tão depressa quanto os seus; mas, se você vier a mim e disser: “Vamos sentar e conversar sobre isso juntos e, se discordarmos, procuraremos as causas”, certamente veremos que não estamos tão distantes, que os pontos em que divergimos são poucos e os pontos em que concordamos são muitos, e que, se tivermos um pouco de paciência e sinceridade além do desejo de caminharmos juntos,vamos nos dar bem”.
Se o coração de um homem está cheio de discórdia e mágoa para com você, nem com toda lógica de Aristóteles você conseguirá conquistá-lo para seu modo de pensar. Pais repressivos, patrões exigentes, cônjuges sem empatia deviam compreender que as pessoas não querem mudar de idéia. Elas não podem ser forçadas a concordar com você ou comigo. Mas é possível que elas concordem se formos gentis e amistosos, muito gentis e amigáveis, c. Lincoln disse isso a mais de 100 anos. Eis aqui as suas palavras: É uma antiga e verdadeira máxima “um pingo de mel apanha mais moscas que um galão de fel”. Se quer convencer um homem a sua causa, primeiro convença-o de que você é seu amigo sincero. Portanto uma gota de mel é o que conquista o seu coração, o qual, digam o que quiserem, é o caminho mais curto para a sua razão.
Esopo foi um escravo grego que viveu na corte de Croeso e criou fábulas imortais 600 anos antes de Cristo. Mas as verdades que ele ensinou sobre a natureza humana são verdadeiras em Boston agora, como eram 26 séculos atrás em Atenas. fábula do sol e o vento. Eles discutiam sobre qual dos dos 2 era mais forte e o vento disse: “Provarei que sou o mais forte. Vê aquele velho que vem lá embaixo com um casaco? Aposto como posso fazer com que ele o tire mais depressa do que você”. O sol recolheu-se atrás de uma nuvem e o vento soprou até quase se tornar um furacão, mas quanto mais ele soprava, mais o velho segurava o casaco junto de si. Finalmente acalmou-se e foi embora; então o sol saiu de trás da nuvem e sorriu bondosamente para o velho. Imediatamente ele esfregou o rosto e tirou o casco. O sol disse então ao vento que a gentileza e a amizade eram sempre mais fortes que a fúria e a força.
E a bondade, a aproximação amistosa e a apreciação podem fazer as pessoas mudarem de idéia mais prontamente que todo o barulho e as tempestades do mundo. Lembre-se do que Lincoln disse: “Com um pingo de mel apanham-se mais moscas do que com um galão de fel”.
Comece uma conversa construindo a base das coisas que você e a pessoa que você está conversando concordam.
Ao falar com pessoas, não comece por discutir as coisas em que discordam. Comece acentuando, e continue enfatizando, as coisas em que vocês concordam. Faça questão de frisar, se possível, que vocês estão buscando a mesma coisa, e a única diferença que os separa é o método e não o propósito. Faça a outra pessoa dizer ‘sim, sim”, desde o começo. Se possível, evite que ela diga “não”. Uma resposta “não”, diz o Prof. Overstreet, autor de “Influencing Human Behavior” é a desvantagem mais difícil a ser vencida. Quando você diz “não” todo o seu orgulho, toda sua personalidade, exigem que continue coerente consigo mesmo. Pode sentir mais tarde que o seu “não” foi imprudente, mas, há seu precioso orgulho a considerar! Quando dizemos algo, sentimos que devemos defendê-lo. Daí ser da maior importância que iniciemos uma pessoa na direção afirmativa. O orador hábil consegue desde de início uma série de respostas afirmativas. Ele orienta assim, no sentido afirmativo, todo o processo psicológico dos ouvintes. É parecido com o movimento de uma bola de bilhar. Nós a impelimos numa direção: ela exige uma certa quantidade de força para desviar-se, e uma força muito maior para enviá-la na direção oposta. Os padrões psicológicos são aqui são muito claros. Quando uma pessoa diz “não”, e realmente sente isto, está fazendo mais do que dizer uma palavra de 3 letras. O seu organismo todo, glandular, nervoso e muscular, se junta no estado de rejeição. Há, usualmente, num grau diminuto, mas que algumas vezes se pode observar, uma retirada física, ou uma prontidão para a retirada, microexpressões faciais de negação, e sinais corporais de todo tipo. Todo o sistema neuromuscular, em suma, se põe em guarda contra a aceitação. Ao contrário, porém, quando uma pessoa diz “sim” nenhuma atividade de retirada acontece. O organismo está num movimento para diante, aceitando, numa atitude aberta. Deste modo, o maior número possível de ‘sim” obtido logo de início conduz-nos ao máximo de possibilidades de conseguirmos a atenção para a nós. É uma técnica muito simples, a das respostas afirmativas, a técnica dos “Sim”. E, apesar de tudo, como é ela esquecida! Muitas vezes, tem-se a impressão de que as pessoas se sentem importantes contradizendo as outras logo de início. Provoque um “não”, logo de saída, de um estudante, de uma criança, de um marido ou de uma esposa, e terá, então, necessidade de toda a sabedoria e paciência dos anjos para conseguir transformar aquele não decisivo em um sim sincero.
Durante minha infância fui conhecido por ser cabeça dura e debatedor, brigava e discutia por tudo. Levou me anos e me custou amizades, boas relações, tempo, felicidade, paz e uma relação com alguém que eu amava verdadeiramente perdida para que eu finalmente aprendesse que não vale a pena discutir, que é muito melhor tentar entender as pessoas, enxergar as coisas pelo ponto de vista delas. Mas você não precisa perder o que eu perdi, passar pelo que eu passei, e é por isso que eu escrevo isso e é por isso que você está lendo, para que você aprenda com os meus erros, e com os erros de todos humanos na história, para que você seja melhor do que nós fomos e faça do mundo um lugar melhor do que ele é.
Sócrates, “o impertinente de Atenas”, foi um dos filósofos mais brilhantes que o mundo já conheceu. Realizou algo que apenas um punhado de homens em toda a História puderam fazer:mudou todo o curso do pensamento humano, e, agora, 25 séculos após sua morte, é honrado como um dos mais sábios persuasores que já influenciaram este mundo tão cheio de caos. Seu método? Ele falou as pessoas que elas estavam erradas? Não, o sócrates não. Ele era muito esperto para isso. Toda a sua técnica, hoje conhecida por “método socrático”, foi baseada na obtenção do máximo de respostas “sim, sim”. Ele formulava questões que os seus adversários não podiam deixar de concordar. De concordância em concordância ia até conseguir reunir um punhado de “sims”. Prosseguia fazendo suas perguntas até que, finalmente, quase sem perceber, os seus adversários acabavam chegando a uma conclusão que haviam negado amargamente alguns minutos antes. Na próxima vez em que estivermos tentados a dizer a uma pessoa que ela está errada, lembremo-nos do Sócrates e perguntá-los gentilmente, algo que irá nos dar a resposta ‘sim, sim”. Os chineses têm um provérbio cheio da velha sabedoria oriental: “Aquele que pisa leve, vai longe”. Os chineses passaram 5 mil anos estudando a natureza humana, e adquiriram muita perspicácia: “Aquele que pisa leve, vai longe ”.
Deixe as pessoas se expressarem, nunca as interrompa
A maioria das pessoas tenta convencer as outras pessoas a pensar como elas falando muito sobre si mesmas, deixe as outras pessoas falarem sobre si mesmas, então pergunte a elas, deixe que elas te contem algumas coisas.
Se discordar delas você pode querer interrompê-las, mas não faça isso. É perigoso, elas não prestarão atenção em você enquanto estiverem cheias de ideias. Ouça com paciência e com a mente aberta. Seja sincero nisto. Encoraje-o a expressar completamente suas idéias.
La Rochefoucauld, o filósofo francês, disse: ‘se você quiser inimigos, seja melhor que os seus amigos; se quiser amigos, deixe os que seus amigos serem melhores que você”. Por que é isso tão verdadeiro? Porque quando nossos amigos se são melhores que nós, eles se sentem importantes; mas quando somos melhores que eles, eles se sentirão inferiores e alguns serão invejosos, por isso lembre-se, a humildade vale mais que o orgulho, não humilhe as pessoas.
Deixe a outra pessoa sentir que a ideia é dela
Você não acredita mais nas idéias que você descobre por si mesmo do que das idéias que são forçadas a você? Não seria então uma má ideia tentar vencer as pessoas, discutir com elas, convencer, forçando elas? Não seria mais sábio fazer sugestões e deixar a pessoa entender que já sabia isso e só estava com uma linha de raciocínio diferente, tirando a conclusão por si mesma?
Ralph Waldo Emerson, no seu ensaio Self-Reliance, afirmou: “Em todas as obras de um gênio, reconhecemos nossos próprios pensamentos rejeitados; retornam a nós com uma certa majestade alienada,”
26 séculos atrás, Lao Tsé, um sábio chinês, disse certas coisas que os leitores deste livro podem usar hoje: “A razão dos os rios e os mares receberem a homenagem de centenas de riachos das montanhas é que eles permanecem abaixo deles. Deste modo eles podem reinar sobre todos os riachos montanheses. Então, o sábio, desejando estar acima dos homens, colocou se abaixo deles; desejando estar adiante deles, coloca-se atrás dos mesmos. Assim, desejando se colocar perante eles, ele colocou-se atrás deles, portanto mesmo seu lugar sendo acima dos homens, eles não sentiam seu peso, mesmo seu lugar sendo a frente dos homens, eles não o consideravam uma ofensa”. Por isso, ouça, procure entender, não interrompa, e principalmente
Lembre-se que as pessoas podem estar completamente erradas, mas elas não gostam de saber de tal coisa. Não as condene, qualquer tolo pode fazer isso. Esforce-se por entendê-las. Apenas um homem sábio, tolerante e excepcional é capaz disso. Há um motivo pelo qual o outro homem age da forma que age. Entenda estes motivos e você terá a chave das suas ações e de sua personalidade. Experimente, honestamente, colocar-se em seu lugar. Se você disser a si mesmo: “Como eu me sentiria, e como eu reagiria se estivesse em seu lugar?”, terá ganho uma porção de tempo e evitado muita irritação, pois “tornando-nos interessados na causa, teremos menos probabilidades de não gostar do efeito”. E, deste modo, estará aumentando sua capacidade de entender os outros. “Pare por um instante”, disse Kenneth M. Goode no seu livro How to Turn People Into Gold: “Pare por um instante para comparar o seu interesse pelas suas próprias coisas e o seu superficial interesse em tudo mais. Perceba então que todos no mundo pensam exatamente assim! Então como Lincoln e Roosevelt você terá conseguido a base sólida para se relacionar com as pessoas, em suma, o êxito no tratar com as pessoas depende de entender de forma solidária o ponto de vista delas”. Entender as pessoas é se conectar, é compreender, é conhecimento profundo e complexo, quando se entende alguém, se mantém a pessoa viva em nós, e quando somos compreendidos, vivemos em alguém, por isso o desejamos tanto.
Tente entender as pessoas, tente honestamente ver as coisas pelo ponto de vista delas.
Em seu livro Getting Through to People, o Dr. Gerald S. Nirenberg, comentou: ‘a cooperação na conversa é alcançada quando você demonstra considerar as idéias e os sentimentos da outra pessoa como tão importantes quanto os seus. Comece uma conversa dando à outra pessoa o objetivo e a direção da sua conversa, dirigindo o que diz através daquilo que gostaria de ouvir se fosse o ouvinte, e aceitando o seu ponto de vista que ela lhe apresenta, essa atitude irá encorajar o ouvinte a abrir a mente para as suas idéias. É importante ressaltar que apenas se colocar no lugar da outra pessoa não é o suficiente, devemos considerar o jeito da pessoa, seu temperamento, sua origem, seus medos, gostos, devemos pensar na outra pessoa.
Amanhã, antes de pedir que alguém apague o fogo, compre um produto ou contribua para a sua instituição de caridade, por que você não faz uma pausa antes, e procure interpretar o tudo sob o ponto de vista da outra pessoa? Pergunte a si mesmo: “Por que ela vai querer fazer isto?” Acredite, tal coisa lhe tomará algum tempo, mas irá evitar que você faça inimigos e fará com que consiga melhores resultados, obtidos com menos atrito e menos desgaste. “Eu prefiro andar na calçada em frente do escritório de uma pessoa por 2 horas antes da entrevistas disse o reitor Donham, da escola de negócios de Harvard, “do que entrar naquele escritório sem ter em mente uma idéia clara do que vou dizer, e o que aquela pessoa a partir do meu conhecimento de seus motivos, provavelmente iria responder”. Isso é tão importante que insisto que você leia novamente, e acredite, sou um amante da eficiência, já que nosso tempo aqui é finito, por isso, se digo que vale a pena ler denovo para você, é por que o li 1000 vezes.
Se como resultado da leitura deste livro, você conseguir, uma tendência crescente para entender e pensar sempre dentro do ponto de vista das outras pessoas, e ver as coisas pelo ângulo dela tão bem como do seu, se deste livro você conseguir isso, isso será facilmente um dos pontos mais decisivos de sua vida, e uma felicidade inimaginável para mim.
Seja solidário com a outra pessoa
Você não gostaria você de saber uma frase mágica que parasse discussões, eliminasse o sentimento hostil, despertasse boa vontade e fizesse a outra pessoas ouvir atentamente? Sim? Muito bem. Aqui está ela. “Eu não o culpo nem um pouco por sentir-se como está se sentindo, se eu fosse você me sentiria exatamente como você”. Uma resposta como essa irá amenizar o mais irado homem. E você pode dizer isto e ser 100% sincero, porque se você fosse a outra pessoa, naturalmente se sentiria como ela se sente. Tomemos Al Capone, por exemplo. Suponha que você tivesse herdado o mesmo corpo, temperamento e mente de Al Capone. Suponhamos que você tivesse vivido suas experiências. Você então seria precisamente o que ele . Pois foram tais coisas, e exclusivamente elas, que fizeram de Al Capone o que ele é. A única razão, por exemplo, que você não é uma cascavel é que seu pai e sua mãe não são cascavéis. Você merece crédito por ser quem você é, e lembre-se, as pessoas que vem a você irritadas, hipócritas, sem razão, merecem um pouco de descrédito por ser quem é. Sinta pelas coisas que elas passaram que a fizeram ser assim, seja solidário com elas. Diga a si mesmo: ‘eis que vou, pela graça de Deus!” ¾ das pessoas com quem você se encontrar estão famintas por solidariedade. Demonstre-lhes simpatia e elas o valorizarão.
Dr. Arthur I. Gates disse em seu livro fantástico Educational Psychology: ‘Simpatia/solidariedade é o que a espécie humana deseja universalmente. A criança mostra seus ferimentos, ou até a se corta ou machuca para obter solidariedade. Pelo mesmo motivo os adultos mostram suas contusões, relatam seus acidentes, doenças, especialmente detalhes de suas cirúrgicas. A “auto piedade” para as desgraças reais ou imaginários é, até certa medida, uma prática universal”. Assim, se quiser conquistar as pessoas para o seu modo de pensar, ponha em prática o
Apele a motivos mais nobres
Quando o Lord Hfort Cliffe encontrou um jornal publicando uma foto sua que não queria publicada, escreveu uma carta ao diretor. Disse ele: “Gostaria que essa foto não fosse mais publicada, pois não gostei dela”? Não, ele apelou a um motivo mais nobre. Apelou para o respeito e amor que todos nós temos pelas nossa mães. Ele escreveu: “Por favor, não publiquem esta foto. Minha mãe não gosta dela”.
Quando Cyrus H. K. Curtis, o menino pobre do Maine, começou a sua carreira meteórica, que o tornaria milionário como proprietário do “The Saturday Evening Post e do Ladies Home journal”, no começo não podia pagar aos colaboradores o mesmo que as outras revistas pagavam. Não podia, pois, conseguir autores de primeira classe que escrevessem para suas revistas apenas por dinheiro. Então, ele apelou para motivos mais nobres. Por exemplo: fez com que Louisa May Alcott, a imortal autora de Little Women, quisesse escrever para ele quando ela estava no auge da fama, e conseguiu isso o oferecendo-se para mandar um cheque, não para ela, mas para sua instituição de caridade favorita. Um cético poderia comentar: “Oh, esta bobagem funciona para Northcliffe e Rockefeller ou um romancista sentimental, Mas, eu gostaria de ver isso funcionar com os durões que eu tenho de fazer cobranças” Você pode ter razão. Coisa alguma dá resultado em todos os casos e nada funcionará com todas as pessoas. Se o jeito que você está tentando está funcionando por que mudar? E, se você não está funcionando, por que não experimentar?
Expondo diferentemente e talvez de forma mais clara- as pessoas são honestas e querem pagar os seus compromissos As exceções a esta regra são comparativamente poucas, e estou convencido de que os indivíduos que estão inclinados a discutir violentamente, irão se sentir, na maioria dos casos favoráveis se você fizer com que ele sinta que você os considera honestos, corretos e justos.
Dramatize as suas ideias
Especialistas em decoração de vitrines de lojas, conhecem o poder da dramatização. Por exemplo: os fabricantes de um novo veneno para ratos ofereceram as lojas uma propaganda de vitrinas que incluía 2 ratos vivos. Na semana em que os ratos estiveram exibidos, as vendas foram de 5 vezes mais que à normal, poderia isto ter sido feito com uma lista de fatos ruins sobre os ratos? Os fatos teriam ajudado, mas torná-los claros com exemplos e histórias, ou até gravações de pessoas que sofreram de leptospirose, realmente tocaria as pessoas.
- Os comerciais de televisão estão cheios de exemplos do uso das técnicas de dramatização para vender produtos. Sente-se uma e assista sua tv ou o seus vídeos no YouTube e analise o que os anunciantes fazem em cada uma de suas apresentações, se não puder, e insisto que tente realmente o ver os comerciais em algum lugar, tente se lembrar dos seus comerciais favoritos. Você notará como um remédio anti-ácido muda a cor do ácido no no nosso estômago, tornando-o suave, enquanto que o remédio do concorrente não muda; como uma nova marca de sabão ou um detergente tira as manchas de uma camisa,enquanto a marca do concorrente a deixa com uma mancha cinzenta. Você verá um carro fazendo manobras numa série de curvas e desvios, muito melhor do que uma descrição a respeito. Rostos sorridentes e felizes se derramam diante de uma variedade de produtos. Todos esses anúncios dramatizam para o espectador as vantagens do produto que está sendo vendido, e eles conseguem fazer com que o consumidor os compre, a única diferença é que você venderá suas ideias.*
Devemos utilizar não só de nossa inteligência e persuasão verbal para convencer, como devemos também aproveitar os sentidos, demonstrações visuais, sons, cheiros, toques gostos, as pessoas gostam de experimentar por elas mesmas nossas idéias, isto ajudará a fazer com que elas literalmente sintam que as idéias são delas também.
Lance um desafio
Sem um desafio, Roosevelt nunca teria sido presidente dos EUA. O “Rough Rider” acabava de regressar de Cuba quando foi escolhido para ser governador do Estado de Nova York. A oposição descobriu que ele não era mais residente há muito tempo no Estado; e Roosevelt só mostrou vontade de retirar sua candidatura. Então, Thomas Collier Platt, senador em Nova York, lançou o desafio. Virando-se subitamente para Theodore Roosevelt, falou com voz retumbante: ‘será o herói de San Juan Hill um covarde?” Roosevelt continuo na luta, e o resto pertence à história. Um desafio não apenas mudou a sua vida; teve um efeito na história de sua Nação.
“Todos os homens têm medo, mas os corajosos vencem seus medo e avançam, por vezes para à morte, mas sempre para à vitória”. Era o lema da Guarda do Rei na Grécia antiga. Que maior desafio pode ser feito ao homem? Haverá maior desafio que possa ser lançado ao homem, senão a oportunidade de vencer seus próprio medos? Quando Al Smith foi governador de Nova York, ele teve um desafio. Sing-Sing, a mais notável penitenciária a oeste da ilha do Diabo, e não tinha nenhum diretor. Escândalos, terríveis escândalos e rumores permeavam as paredes da prisão. Smith precisava de um homem forte, para dirigir Sing-Sing, um homem de ferro. Mas quem? Ele convidou Lewis E. Lawes, de New Hampton. “Que tal ir cuidar de Sing-Sing?”, perguntou jovialmente quando Lawes se apresentou. “Eles precisam lá de um homem com experiência”. Lawes estava hesitante. Ele conhecia os perigos de Sing-Sing. Tratava-se de uma nomeação política sujeita às oscilações dos caprichos políticos. Diretores tinham ido e vindo, um deles tinha durado apenas 3 semanas. Ele tinha uma carreira a considerar. Valeria a pena arriscá-la? Então, Al Smith que viu sua hesitação, recostou-se na sua poltrona e sorriu. “Meu jovem amigo”, ele disse, “não o culpo por estar hesitando. Trata-se de uma empreitada difícil. Exige um grande homem para ir e ficar lá”. Smith estava lançando o desafio. Seria ele o homem indicado? Lawes gostou da idéia de aventurar-se num cargo que era destinado a um “grande homem”. Por isso foi. E Ficou, ficou e tornou-se o diretor de penitenciário mais famoso de seu tempo. Seu livro 20.000 Years in Sing-Sing vendeu centenas de milhares de volumes. Seus programas de rádio e suas histórias da vida na prisão inspiraram dezenas de filmes. E sua “humanização” dos criminosos realizou milagres no sistema de regeneração dos presos.
- “Nunca acreditei” disse Harvey S. Firestone, fundador da Firestone Tire & Rubber, que pagamento e só o pagamento pudesse reunir e manter unidos bons homens. Eu acho que era o jogo em si””. Frederic Herzberg, um dos maiores cientistas do comportamento, concorda. Ele estudou profundamente as atitudes de milhares de pessoas, desde operários a alta administração. O que você acha que ele descobriu ser o maior fator de motivação? O aspecto do trabalho que se revela mais estimulante? Dinheiro? Boas condições de trabalho? Os benefícios oferecidos pela empresa? Não, nenhum deles. O fator mais importante que motivava as pessoas era o próprio trabalho. Se o trabalho fosse emocionante e interessante, o trabalhador ficava ansioso por fazê-lo, empenhava-se nele e sentia-se motivado a fazer um bom trabalho. Eis o que todaa pessoa de sucesso amam: o jogo, o desafio. A oportunidade para a autoexpressão. A chance de provarem o seu valor, de sobrepujar, de vencer. É por isso que existem concursos de quem come mais tortas, corridas vendados, desafios e concursos de toda a espécie. O desejo de ser o melhor em algo. O desejo de se sentir importante
7. Como ser um líder
Minha história
Inocência ou (paraíso?)
Realidade
perceber minhas flahas meus erros e como foi díficil
Medo-Overwhelmed
5 anos atrás, eu era um dos caras mais tristes que você poderia conhecer. Eu estava perdido e me sentia vazio. Não só isso, eu preenchia esse vazio com prazeres instantâneos, como a pornografia. Eu ainda me lembro como se fosse ontém de tudo que o vício em pornografia me custou.
Eu chegava em casa todos os dias me sentindo sozinho e escondendo meus problemas de todos com vergonha que descobrissem não só sobre o vício em pornografia, mas diversas cosias das quais na minha mente seja meu fim se descobrissem. Eu me sentia perdido pois sentia que toda confiança e auto-estima que eu tinha estava sendo aos poucos destruída.
Eu sabia que eu precisava mudar tudo, mas não sabia por onde começar, não sabia nada. Mas eu tomei uma decisão, quase como um momento "nexus" em minha vida. Essa decisão fez os últimos anos serem felizes e recompensadores além do que eu jamais poderia ter imaginado.
Ajuda do Passado
Como alguém que fazia terapia a muitos anos e acreditava fortemente na psicologia como uma forma excelente de autoconhecimento, comecei me educando sobre. Nessa época me aproximei de ideias como as de Jordan Peterson, que abriram as portas para um universo de possibilidades. Eu pesquiava livros e via resumos e pesquisava sobre o autor em busca de entender se aquele era o livro certo para me ajudar no que eu precisava, eu li muitos livros, mas me orgulho bem mais do quão bem escolhi os livros que li.
Entrando no Novo Mundo
Minha decisão foi essa: Eu iria dar um jeito. Meu psicólogo na época que me tratava a a anos me perguntou em uma sessão próxima a decisão:
- E se não der certo? E se você não conseguir?
E eu disse
- Como assim?
E eu expliquei que se falhasse em algo seria temporário, apenas uma pedra no caminho, eu iria resolver a minha vida, ou morrer tentando, e pronto. Essa decisão com confiança mudou minha perspectiva, eu estava "all in" na vida, sem temer, com coragem, e fazendo o melhor com o que eu tinha sem ficar pensando no que eu gostaria de ter, eu foquei na realidade.
A jornada para se tornar melhor tinha varias partes, meu treinamento físico começou de verdade nessa época, quão maravilhoso foi para um garoto se sentindo vazio e sem confiança se ver motivado e sendo elogiado por estar seguindo uma dieta e indo todos os dias a academia, mesmo a pandemia não me parou, treinei em casa com a mesma intensidade que antes treinava em uma academia. O que mais ajudou minha confiaça não foi nem ver os músculos, e sim, perceber como eu era capaz de levantar da cama e fazer algo, fazer algo díficil, ser pontual, seguir uma rotina, vencer a dor correndo e treinando, e descobrir que eu era capaz de fazer muitas repetições a mais e correr muito mais do que eu achava que podia. Eu era capaz de muito mais do que eu achava. Se eu podia vencer a dor lá e dar meu melhor, eu podia em qualquer lugar.
O treino foi essencial para eu me educar sobre nutrição, longevidade e me interessar sobre disciplina e querer descobrir o quão forte nós realmente somos. Aprender se tornou meu maior objetivo, saber aprender, ler melhor, escrever melhor, ter um ambiente de aprendizado mais eficiente. A quantidade de coisas que eu tinha para aprender me assustava, e minha espada para lidar com esse medo eram meus métodos de estudo eficientes.
Além do treino, disciplina e autoconhecimento e estudos sobre como aprender melhor, a socialização foi o 4 pilar de minha jornada. Eu me maravilhei estudando sobre comunicação, percebi o quanto eu não expressava de meus sentimentos e o quão mal eu me comunicava, a cada página que eu lia eu pulava da cadeira, tirava fotos dos textos e salva-va, eu ficava tão animado pois via exatamente como iria aplicar aquilo na minha vida, era meu momento eureka.
Em poucos meses a diferença foi notável, no shape, na mente e no coração. Eu me tornei alguém que estava correndo atrás de algo, alguém com um sonho. Eu ainda tinha problemas, mas eu não tinha escolha de desanimar, eu tinha um objetivo e atacava os problemas por quanto tempo demorasse, eu comecei a viver a vida com confiança.
Dragões
O Homem do Espelho
A Cruz
Novo Eu
Nova Vida
Transformação
A Lição
Com os anos, eu percebi o quão díficil foi o começo da jornada. O quão perdido eu me sentia, sem saber por onde começar e atirando para todos os lados em busca de uma luz. Claramente, o que eu precisava era um guia sobre mudar de vida, tantsa pessoas já me pediam um livro para começar, e eu sempre dizia, me diga seu problema que eu direi um livro, conheco livros sobre comunicação, dinheiro, filosofia. E a pessoa dizia:
- Eu não sei, quero ser melhor, me sinto perdido e não sei por onde começar.
E eu nunca tinha o livro certo para indicar, então eu fui a procura de um. Ao pesquisar fiquei perplexo com quão poucos livros existiam sobre te ajudar a entender o mundo do desenvolvimento pessoal, haviam livros sobre hábitos, dinheiro, relacionamentos, disciplina, mas não uma introdução, simples e fácil de ler para te ajudar no início.
O resultado? A maior parte das pessoas fica presa no início de sua jornada, se sentindo perdida, confusa e com medo de arriscar, e acaba muitas vezes não mudando de vida. Um iniciante nunca comecaria a treinar se chegasse na academia e só visse um monte de máquinas uma para cada músculo e ele não entendesse qual começar, quantas vezes e nem soubesse como quer ficar exatamente. E já que eu nunca encontrei o livro que procurava, eu resolvi escrever ele.
Eu começei a me preparar para escrever este livro desde minha infância. Como? lendo os ensinamentos que pensadores de todas as eras tem e que são a base de como pessoas de sucessod e toda história mudaram de vida. Mas isso foi só o começo.
Eu fiz algo que foi tão ou mais importante que a leitura. Eu participei de grupos de ajuda para viciados em pornografia. Eu me abri, busquei ajuda, observei o que funcionava e o que não funcionava nesses grupos e ouvi centenas de histórias de o que tinha e não tinha funcionado para outras pessoas. Eu comecei como um viciado em busca de ajuda, e me mantive no grupo após vencer o meu vício ajudando as pessoas e contando minha história. Uma das lições que aprendi foi que, quando se ajuda alguém com algo assim, se fala mais de sentimentos, sonhos e decepções do que de pornografia. Como resultado desta experiência, eu ouvi incontáveis histórias de homens jovens perdidos e querendo ser melhores e homens velhos arrependidos por erros na juventude. Além disso, eu leio centenas de mensagens sobre "como eu mudei minha vida" que são enviadas para mim todos os dias.
Este livro é um guia conciso que leva em conta os fatores de alguém querendo mudar de vida, indo desde como e por que começar a sua jornada, até primeiros passos e como decidir quais areas você precisa focar.
Deixe me avisá-lo: Você não encontrará nada de novo aqui, mas econtrará muito que não é lembrado muito menos aplicado pela maioria. Eu e você não precisamos de acesso a "mais" conhecimento, você pode encontrar na internet todos os livros, pesquisas, documentários e informações sobre tudo. Nosso problema é não saber o que fazer com essa informação. O propósito deste livro é organizar, exemplificar e tornar fácil de entender conhecimentos antigos e te ajudar a ter atitude para aplicar eles.
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